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Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por FireKilljoy em Sab Set 06, 2014 3:57 pm

Eu acho que os tweets das pessoas começaram a ficar ociosos demais.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Marcy em Dom Set 07, 2014 10:48 am

Twitter é que nem horário de verão, quando você começa a se acostumar ele muda -q
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Rayana em Dom Set 07, 2014 12:04 pm

A internet no geral está em constante mudança e eu mesma já falei um bocadinho sobre isto noutro tópico, a respeito da net estar diferente.

Sinceramente não percebi assim nenhuma mudança significativa no twitter que justifique a minha ira ou desconforto (pelo menos, recentemente?), até porque o twitter tal como todas as redes sociais que se gerem pelo "follow" têm uma coisa boa: tu controlas o que aparece na tua timeline e compete a ti zelar pelo conteúdo que te aparece nela.
Recentemente apareceu até a função "mute" (silenciar) que permite excluir os posts de uma determinada pessoa da timeline, ao mesmo tempo que a continuamos a seguir. Isto é bom nos casos em que a pessoa posta muito flood ou faz comentários irrelevantes, mas apesar de tudo ainda queremos continuar a segui-la porque existe um afecto por ela e não queremos ir tão longe como deixar de dar follow ^^

Apesar de também eu ter esse certo saudosismo pelas coisas como eram antes, em relação ao twitter em particular não noto isso. Tenho pensado ultimamente que esta atitude talvez seja apenas típica de nós adultos que por alguma razão somos resistentes às mudanças e não lidamos tão bem com elas como as crianças, que se adaptam facilmente sem reclamar, pois não têm termo de comparação.

XD Tenho estado a ler o manga Soul Eater e como vocês já sabem eu gosto de pensar na parte "real e humana" que é explorada em ficções.
Uma coisa que eles comentam lá chamou-me a atenção: os adultos passam a vida a olhar para o passado, as crianças anseiam e olham para o futuro. Algures no meio está o tipo de pessoa que consegue olhar para o presente: se ele decide fazer isso com optimismo ou pessimismo, depende exclusivamente da disposição mental dele.

Isto fez-me pensar naquela velha história: o optimista olha para um copo com água e diz que ele está "metade cheio". O pessimista diz que ele está metade vazio. E curiosamente lembrei-me também deste post em particular, que me fez pensar que o meu saudosismo é apenas uma ilusão mental e não é real, pois a internet daquele tempo também tinha muitas inconveniências.

Isto, em respeito á nossa atitude para com as mudanças em si mesmas.

Agora, sobre a arquitectura do twitter, concretamente? Até gosto da plataforma como está actualmente e acho-a bonita e amigável. Com 140 caracteres. Deuses acudam, não mudem isto por favor...

Eu não gosto do facebook, tenho perdido oportunidades de trabalho até na vida real porque não consigo gostar da arquitectura daquele site, nem a acho amigável, e acho uma violação dos meus direitos ter que expôr a minha vida a um patrão por uma rede social só para receber a confiança dele. Nem o meu nome real eu uso nestas redes sociais (embora também não seja difícil chegar lá) e tento ao máximo resistir à pressão de quem o faz e me encoraja a partilhar dados privados. Já tive problemas com stalkers usando o pseudónimo de Rayana e falando só superficialmente da minha vida, imagina se eu fosse postar fotos e deixar-me localizar pelo iPhone por cada mensagem que eu envio, ou identificasse todos os membros da minha família, onde trabalham, onde estão e o que fazem!!

No entanto, reconheço que a fama do site em si mesmo - como estrutura de códigos - provavelmente não é fruto do acaso; deve haver algures no meio daquele sistema algo que faz as pessoas aderirem facilmente e que as faz sentir-se bem. Aquela parte que permite postar mensagens com grupos selectos de pessoas e comunidades ainda é a parte melhor do site.

Se o Twitter olhar para o FB e tentar subtilmente "copiar" o que ainda há de melhor lá... se isso contruibuir para melhorar a experiência online... não me importo. Se copiar a parte pior, que para mim é essa invasão de privacidade absurda, aí já vamos ter chatices. Mas "Parece o Facebook" já começa a ser uma falácia ad Hitlerum. Muito embora eu também deteste o FB.


Última edição por Rayana em Dom Set 07, 2014 12:36 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Takuya em Dom Set 07, 2014 12:35 pm

Facebook e outras redes sociais são voltados principalmente pra pessoas que querem aparecer e elevar seu ego. Quem não é narcisista e gosta de manter alguma privacidade online provavelmente não se sente muito bem num ambiente desses. Claro que tem outras utilidades, mas a maioria das pessoas usa as redes sociais como forma de elevar o ego. Eu pelo menos quando entro no Facebook e me deparo com uma janela pedindo número do meu celular, onde eu estudei, endereço, etc., a minha reação é fazer logoff imediatamente kkkk. É uma rede útil pra manter contatos e obter informações, mas tem outras redes sociais e serviços que proporcionam o mesmo sem eu ter que colocar minha vida numa vitrine.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Marty em Dom Set 07, 2014 12:58 pm

Assim. O twitter é e sempre foi minha rede social favorita pela praticidade e tudo mais, mas apenas duas mudanças me incomodaram nele desde que comecei a usá-lo lá pro meio de 2009:
- O novo formato dos Headers/banners (o antigo era melhor pela facilidade encontrada no tamanho das imagens, a maioria era só jogar lá e ficava bom, até as menores que o requirido. Nesse atual, não teve uma imagem que eu não precisei redimensionar no photoshop e isso é cansativo pra cacete).
- O novo tamanho dos icones/avatares. Apesar dos atuais ficarem bonitos no seu perfil, eles tendem a ficarem feios na timeline, fora que perdeu a praticidade de usar o mesmo tamanho de icone do livejournal/tumblr.

De resto, não ligo pras mudanças na timeline em sí já que faz mais de 1 ano que eu aderi ao tweetdeck e lá tudo continua maravilhoso.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Rayana em Dom Set 07, 2014 2:34 pm

Bem lembrado. Eu gosto das imagens grandes, mas há o detalhe de eu seguir lá uma cambada de fanartistas e artistas e que estou lá em parte motivada por isso. Logo, esse foco na imagem que muitos criticaram, no meu caso, acabou sendo positivo. Mas para quem é mais focado em texto as letras podem aparecer demasiado grandes e a experiência pode ser mais desagradável, suponho.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Takuya em Dom Set 07, 2014 2:37 pm

Alguém reparou que o twitter tinha mudado a fonte no perfil dos usuários, e agora voltou a fonte antiga? Vi um bocado de gente reclamando da fonte nova, mas eu achei até bonitinha kkk
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Dragon em Dom Set 07, 2014 3:10 pm

Eu só tenho twitter para falar com a Ray, o Atacama e a Maria.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Marcy em Seg Set 08, 2014 11:13 am

Olha só o que eu li hoje http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-novo-twitter-e-as-noticias-que-nao-vamos-ler-3615.html

O novo Twitter e as notícias que não vamos ler

Nas redes sociais, critérios editoriais dão lugar a algoritmos que decidem o que você lê, e baldes de gelo tomam o lugar do jornalismo

Uma mudança no modo como o Twitter apresenta os textos nele publicados pode transformar o serviço em algo totalmente diferente do que estamos acostumados. Em vez de trazer uma timeline em ordem cronológica invertida, a rede social pensa em criar formas de destacar certos conteúdos a partir de um algoritmo similar ao usado pelo Facebook. Não se trata apenas de um layout diferente ou de novas formas de interação: trata-se de selecionar aquilo que você vê -- e o que não vê.

Se isso afeta o modo como você interage com seus amigos, há um outro efeito colateral que é preciso ser debatido e ponderado: o acesso à informação. Dado o papel crescente que têm assumido como difusores de notícias, os algoritmos usados pelas redes sociais para destacar o que é “relevante” para você podem substituir os critérios editoriais na divulgação de notícias. E isso não é exatamente bom.

Um dos sintomas se manifestou no dia 20 de agosto. Em sua conta pessoal, o CEO do Twitter, Dick Costolo, anunciou que a rede social “estava ativamente suspendendo usuários que publicassem imagens ofensivas”. A questão, aqui, é o tipo de “conteúdo ofensivo” ao qual ele se referia: a notícia da execução do jornalista James Foley pelo grupo jihadista Estado Islâmico em um tuíte do New York Times.

Mesmo que a postagem original do jornal ainda esteja lá, o posicionamento representa a primeira vez, desde sua criação, em que o Twitter assumiu publicamente que promove julgamentos editoriais. Não se sabe ainda quantas publicações e denúncias de pessoas físicas foram deletadas por conta dessa política.


O segundo sinal veio nesta semana, quando o diretor financeiro da empresa, Anthony Noto, afirmou que a rede social considerava operar com o tal algoritmo que filtre o conteúdo mais relevante. Se seguir os modelos do que acontece no Facebook, ele também não distribuirá as publicações para todos os usuários que seguem dada página ou usuário.

O modelo usado há oito anos, pode não oferecer “profundidade de conteúdo”, argumenta, por colocar conteúdos no fim do feed de notícias e fazer com que atualizações se percam para usuários que não estejam conectados. “Colocar esse conteúdo diante do usuário no momento em que ele está lá é um modo de organizar melhor o feed”, afirmou.

Mesmo no mundo digital, a mídia tradicional expandiu seus tentáculos e se mantém como principal fonte de conteúdo jornalístico. Nesse contexto, caberia à internet dar voz aos produtores independentes e aos cidadãos, permitindo que o que não encontraria espaço no modelo antigo pudesse, em tese, circular no ambiente virtual. Em tese, porque é aí que surgem os novos gigantes.

O controle que as redes sociais exercem sobre as notícias consumidas é uma realidade consolidada. Primeiro porque são, no caso de dezenas de portais, a principal origem de audiência. Assim, passam a pautar o que se noticia, seja como termômetro do que interessa ao leitor, seja como forma de atrair visualizações de página facilmente.

Segundo porque, de acordo com o relatório mundial de consumo de notícias online divulgado pela Reuters em 2014, o leitor brasileiro tende a buscar primeiro fontes alternativas de conteúdo. Ou seja: 35% dos usuários do Facebook acessam a rede social para receber notícias, e metade dos usuários mundiais usam o Twitter com o mesmo fim. Some-se a isso o fato de sermos um dos países que mais compartilham conteúdo noticioso na internet e o dado de que 34% dos internautas nacionais se informam por meio das redes sociais se torna ainda mais relevante.

Mas, se não é claro o modo exato como elas funcionam, quais são as garantias de estar, de fato, bem informado? Facebook, Google e, agora, Twitter postulam que têm como objetivo “certificar-se de que chegue ao usuário o conteúdo realmente relevante”. Mas quem decide o que é relevante? Quais os valores embutidos nessa decisão?

Retomemos a fala do CEO do Twitter, que assumiu deletar contas de usuários que publicassem imagens ligadas à notícia da execução do jornalista: se numa redação a publicação de imagens potencialmente vistas como agressivas pelo leitor são sempre alvo de discussão, estas são pautadas pela linha editorial do veículo e por séculos de debates sociais que forjaram os valores que guiam a prática jornalística. Ambos podem ser questionados, é claro, mas apenas porque se sabe que existem. Como fica a situação quando nem sequer se desconfia o que determina a exibição ou não de um determinado conteúdo?

Em agosto, a morte do jovem Michael Brown, de 18 anos, pela polícia foi o estopim para uma série de atos contra o racismo e o tratamento dado pelas autoridades à minorias em Ferguson, no Missouri. Manifestantes foram às ruas e entraram em confrontos com policiais por dias a fio. O tipo de fato altamente noticiável e que traz consigo importantes debates sociais.

No Facebook, porém, a socióloga e professora associada do Harvard Berkman Center for Internet and Society Zeynep Tufecki percebeu que, enquanto as ruas eram tomadas por coquetéis molotov e bombas de efeito moral, sua timeline só trazia vídeos de celebridades jogando baldes de gelo sobre suas cabeças.

Seria o equivalente a, durante os protestos que tomaram as ruas em junho do ano passado, muito influenciados pela circulação de informação nas redes sociais e nelas organizados, não encontrar as publicações de pessoas e fontes alternativas em sua timeline. Ou seja: informações importantes do que acontece ao seu redor e que afetam a sua vida e o seu País simplesmente não chegarem até você.

Em ambos os casos, a dimensão que os debates gerados tomou na internet deram a eles maior importância aos olhos da mídia. Se isso não tivesse acontecido, teriam sido tão amplamente noticiados? Que outras questões, vítimas de algoritmos que desconhecemos, podem não estar recebendo atenção devida em nossas timelines e jornais?

É uma tese que se pode ilustrar com um caso envolvendo reportagem publicada por CartaCapital sobre a revista vexatória nos presídios. O texto, que denunciava que mulheres e crianças eram obrigados a se despir diante de agentes dos presídios de São Paulo, era acompanhado de uma ilustração de uma mulher nua, expondo a situação descrita.

Mal foi publicado no Facebook, o conteúdo foi prontamente bloqueado e removido, considerado “indevido”. Na rede social regida por Mark Zuckeberg, nenhuma nudez é permitida. Assim, a notícia de uma grave violação de direitos humanos não chegou a milhares de leitores.

Surge a questão: pode-se falar em censura dentro de um ambiente controlado por uma empresa privada? A mensagem passada pelo CEO do Twitter é clara: não vamos privilegiar histórias que possam causar danos à imagem da nossa empresa. A relevância noticiosa da denúncia fica, consequentemente, em segundo plano. Claramente, a justificativa esconde a necessidade de aumentar o engajamento dos usuários para satisfazer demandas publicitárias e de investidores. E, nesse jogo, a experiência do leitor e o acesso democrático à informação vão, sempre, perder a voz.

Se o bom jornalismo se rende sem críticas às regras dos gigantes da internet num momento vital como o que vivemos, quem perde é o leitor. O direito democrático ao acesso à informação está sob ataque, e são sérias as consequências sociais desse tipo de filtragem. A neutralidade da rede é, sim, uma questão de direitos humanos e de liberdade de expressão.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

Mensagem por Rayana em Seg Set 08, 2014 11:43 am

Marcy escreveu:
Uma mudança no modo como o Twitter apresenta os textos nele publicados pode transformar o serviço em algo totalmente diferente do que estamos acostumados. Em vez de trazer uma timeline em ordem cronológica invertida, a rede social pensa em criar formas de destacar certos conteúdos a partir de um algoritmo similar ao usado pelo Facebook. Não se trata apenas de um layout diferente ou de novas formas de interação: trata-se de selecionar aquilo que você vê -- e o que não vê.

Se isso afeta o modo como você interage com seus amigos, há um outro efeito colateral que é preciso ser debatido e ponderado: o acesso à informação. Dado o papel crescente que têm assumido como difusores de notícias, os algoritmos usados pelas redes sociais para destacar o que é “relevante” para você podem substituir os critérios editoriais na divulgação de notícias. E isso não é exatamente bom.

O controle que as redes sociais exercem sobre as notícias consumidas é uma realidade consolidada. Primeiro porque são, no caso de dezenas de portais, a principal origem de audiência. Assim, passam a pautar o que se noticia, seja como termômetro do que interessa ao leitor, seja como forma de atrair visualizações de página facilmente.

Mas, se não é claro o modo exato como elas funcionam, quais são as garantias de estar, de fato, bem informado? Facebook, Google e, agora, Twitter postulam que têm como objetivo “certificar-se de que chegue ao usuário o conteúdo realmente relevante”. Mas quem decide o que é relevante? Quais os valores embutidos nessa decisão?

Uma vez mais os interesses das grandes empresas ficam por cima das necessidades fundamentais do cidadão. Coincidência ou não, tropecei agora mesmo nesta "denúncia":

Twitter anuncia botão “Comprar” para você torrar dinheiro a partir de um tweet
https://tecnoblog.net/164945/twitter-botao-comprar-teste/


Já não faço uso regular do Facebook
Nestas últimas semanas tenho utilizado alternativas ao google depois de me enfurecer com os resultados viciados do mesmo.
Se o Twitter avançar com isto, pode mesmo acontecer que o use cada vez menos e busque alternativas.

Parece que estão a copiar a parte pior que ele tem, afinal.
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Re: Só eu que estou deixando de gostar do Twitter?

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