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O impeachment de Dilma Rousseff

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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por KaiserLeomon em Ter Mar 10, 2015 9:01 am

Dilma dá tiro no pé monstrão



A inabilidade e descolamento da realidade da presidente Dilma alcançou um novo patamar neste domingo. Ao fazer um pronunciamento em cadeia de televisão, rompendo meses de silêncio, conseguiu falar não só tarde demais como errado demais, tanto no texto quanto no tom. Melhor teria sido continuar quieta.
Seu jeito é o habitual deslocado e esquisito, que passa por ventriloquismo, falsidade. Subitamente, depois da campanha eleitoral que era só otimismo, agora Dilma “descobriu” que são necessárias medidas econômicas mais duras, pediu confiança e disse que as dificuldades serão repartidas com justiça. Esse sim seria um ótimo discurso de campanha (fora o fato de que garantiria sua derrota).

O problema é que esse discurso genérico vem em um momento em que o psiquismo das massas pressente que pode haver alguma mudança de verdade. Que as pecinhas do poder – executivo, legislativo e judiciário – não estão se encaixando nada bem. Que, com um pouco de sorte, alguns picaretas de plantão podem se derrubar uns aos outros (acontece às vezes, tipo quando ACM e Jader Barbalho se torpedearam), e que o joguinho de nervos entre Dilma, o presidente da câmara Eduardo Cunha e o presidente do senado Renan Calheiros está ficando realmente engraçado.

É evidente que o que está tensionando o cenário é “a lista do Janot”: o roteiro básico para onde vão se voltar as investigações do Petrolão. Dilma, presidente da República reeleita, ex-ministra das Minas e Energia e da Casa Civil, ex-presidente do conselho da Petrobrás, evidentemente está enfiada até o pescoço nessas tramas, mesmo que não tenha culpa alguma.

Não caberia de jeito nenhum o tom olímpico e genérico que adotou no pronunciamento, como se o Brasil não estivesse vindo abaixo. Toda a habilidade que Lula já teve em não deixar colar as tretas em si, Dilma parece ter com a chave virada ao contrário. Conseguiu fazer colar nela mesma o feeling de que é o problema, de que tem a ver com “tudo de ruim que está aí”. Pior, é como se Lula (esse sim um ser olímpico de verdade) tivesse passado por duas presidencias deixando várias contas penduradas – e que agora essas contas todas, de Lula e do PT, podem ser cobradas de Dilma.

É como se toda a energia social acumulada do lulismo – e isso é muita energia – entrasse em colapso agora, junto com o projeto político do PT e tudo. As escolhas de campanha chantagistas, oportunistas e mentirosas de Dilma, de Lula e do marqueteiro João Santana estão cobrando muito cedo seu custo – desde o momento em que Dilma foi eleita, na verdade. A necessidade de aplicar uma espécie de programa econômico aecista-meia-boca fizeram dela, nas palavras de um amigo meu, aquela aluna de filmes de patricinha que não é da elite, mas que quer puxar o saco de quem é, e no fim consegue atrair a antipatia de todo mundo.

Resultado: um panelaço espontâneo durante o próprio pronunciamento, em mais de dez capitais e no distrito federal, cujo alcance ainda está sendo medido. É um hábito da esquerda ortodoxa desqualificar as manifestações que ela mesma não controla: no caso, seriam manifestações das “varandas gourmet” e, em algumas teorias conspiratórias, orquestradas pela própria CIA. Já vi gente inteligente (ou que parecia inteligente até então) postando esse tipo de coisas. Sem comentários.

Foi Dilma que escolheu o dia da Mulher para uma fala inadequada, indigna de uma presidente em exercício. Não adianta reclamar que é grosseiro com uma senhora ir à janela chamá-la de “vaca” – Dilma é, efetivamente, uma senhora, mas essa senhora também é presidente e, assim como na Copa, continua ditando seu próprio timing inconveniente. Sem querer, reorganizou toda a lógica entre madames, panelas e o dia da Mulher.

Dilma achou que a (boa) notícia da lei do feminicídio ia sustentar todo o resto – sendo que todo o resto é só o país em plena crise econômica e política. Não sustentou. Agora não resolve nada jogar a culpa toda no “ódio da direita coxinha” e misógina (por mais que isso exista). Sem dois dedos de autocrítica, a casa vai cair. Provavelmente nem há mais tempo para autocrítica.

A pergunta que deveria ser feita é: quando foi que o PT, um partido que já teve uma forte percepção social, passou a ter refém de marqueteiro? Essa “quebra” memética tem pouco a ver com razão política, e mais com as metafísicas do psiquismo. Na verdade o jogo político todo tem muito menos a ver com razão do que se supõe. Se Lula escorregou como sabonete molhado pelos períodos difíceis, é porque tinha uma espécie de procuração psíquica de massas para ir em frente, para acertar algumas mesmo errando outras.

Já Dilma, neste domingo, fez o que Fernando Collor fez em 1992, quando pediu para saírem à rua em defesa dele, vestidos nas cores nacionais e usando fitas verdes e amarelas. Conseguiu inverter a tal chavinha: transformar todo o entusiasmo que tinha carreado na campanha eleitoral em repulsa. Passou recibo; coisa que Lula tinha evitado na “janela do mensalão”, uma ou duas semanas de choque durante as quais poderia ter sido alvo de um pedido de impeachment – e o PSDB decidiu não tentar.

Apesar de serem xingadas de “varandas gourmet”, as janelas dos manifestantes espontâneos em repulsa a Dilma marcam essa virada, em que Dilma chama para si o papel de principal vilã do condomínio Brasil. O que nem é exatamente justo – a concorrência é dura e farta. Mas quem disse que a percepção política das pessoas tem algo a ver com a ver com razão e justiça? Política em boa parte é timing, é teatro, é emissão simbólica. E timing é para quem tem.
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Takuya em Sab Mar 21, 2015 2:55 pm

Todos os protestos não deram em nada ainda? Cadê o impeachment, intervenção militar, anarquia, revolução social, reforma política? Todos os milhões de pessoas que foram protestar só foram pra tirar umas selfies bacanas e mostrar no Instagram/Face o quanto são politizadas e estão fazendo parte de um momento histórico?
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por KaiserLeomon em Sab Mar 21, 2015 4:23 pm

Afinal, um impeachment de Dilma é de fato possível?



São Paulo – De posts e eventos nas redes sociais até discursos de políticos da oposição e aliados, nos últimos dias a palavra impeachment vem aparecendo com frequência. Mas a presidente Dilma Rousseff realmente corre o risco de ter seu segundo mandato encurtado?

Um estudo elaborado pela consultoria política Arko Advice mostra que as chances de um impeachment são de 30%. No início do mês, esse índice estava em 15%. Apesar de o aumento significativo, a possibilidade de abertura de um processo para impedir que Dilma termine o seu segundo mandato é bastante remota.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, principal desafeto da presidente atualmente, diz que não vê espaço para a discussão de um possível impeachment.

Na prática, qualquer cidadão pode entrar com uma denúncia contra a presidente por crimes de responsabilidade, mas cabe ao presidente da Câmara dos Deputados julgá-la procedente e abrir uma comissão especial para analisar o pedido.

Para que o processo de impeachment seja aberto, dois terços dos deputados devem votar a favor da sua instalação. O Senado então deve decidir, na mesma proporção, se o mandato pode ser interrompido ou não.

No caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, o processo para o impeachment durou cerca de sete meses, desde a instalação da comissão parlamentar mista de inquérito, em 1º de junho de 1992, até a renúncia de Collor, em 29 de dezembro de 1992.

“O impeachment é uma medida de exceção”, afirma Cláudio Pereira de Souza Neto, professor de Direito Constitucional na Universidade Federal Fluminense (UFF).



O momento histórico atual difere (e muito) do Brasil de 22 anos atrás. “O PT não é o PRN. Quando se tirou o Collor, o país estremeceu, mas se reergueu. Se o PT cair, não vai ser fácil”, afirma Humberto Dantas, professor de Ciências Políticas do Insper, em São Paulo.

"Seria uma situação muito ruim para a democracia brasileira", afirma Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo (USP). "No caso de um impeachment, assumiria o vice [Michel Temer], que tem uma visão política diferente da de Dilma. Para a maioria que votou no PT, vai ficar a sensação de que isso está sendo um golpe baixo”, diz Janine Ribeiro.

Veja, abaixo, o que está em jogo na discussão sobre um possível impeachment da presidente Dilma Rousseff:

O que pode levar a um impeachment?

“É pelo crime de responsabilidade que se gera o impedimento da continuidade do exercício do mandato”, afirma Antônio Carlos Rodrigues do Amaral, professor de Direito Constitucional da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O mau exercício de um mandato não é causa para um impeachment”.

Assim, para que o pedido de abertura de impeachment tenha consistência, devem existir evidências de que o mandatário cometeu algum crime comum (como homicídio ou roubo) ou crime de responsabilidade – que envolve desde improbidade administrativa até atos que coloquem em risco a segurança do país. Veja a lista de situações possíveis para o impeachment.

“Sem um feixe de indícios convergentes não sai processo nenhum”, diz Carlos Ari Sundfeld, da Faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas.

Já há provas de que a presidente Dilma Rousseff cometeu um crime de responsabilidade?

Por mais sérias que sejam as acusações dos delatores da Operação Lava Jato, até agora não há qualquer prova de que a presidente Dilma tenha sido conivente com as ações praticadas na Petrobras. Por isso, para dois dos três juristas consultados por EXAME.com, a ideia de impeachment não procede.

“Seria uma aberração do ponto de vista jurídico a abertura de um processo de impeachment agora”, afirma Souza Neto, da UFF.



Não é o que o jurista Ives Gandra Martins concluiu em parecer técnico feito a pedido de um advogado ligado ao PSDB. Segundo o jurista, já há elementos suficientes para a abertura de um processo contra Dilma, por improbidade administrativa "não decorrente de dolo [intenção], mas de culpa". Neste caso, culpa implica omissão, negligência, imprudência ou imperícia.

“A probidade se projeta na capacidade do administrador público em agir com eficiência e competência no exercício do seu mandato”, explica Amaral. “Na medida em que atos praticados pela diretoria de uma empresa de economia mista gerem um prejuízo notável ao patrimônio público, você pode daí eventualmente alcançar pelo crime de responsabilidade”.

Mas, para que isso aconteça, segundo Sundfeld e Souza Neto, novamente seriam necessárias provas de que a presidente conscientemente se omitiu diante dos desmandos. “A omissão tem que ser concreta. Tem que existir indícios de que houve conhecimento do fato e que se deixou de agir”, afirma Souza Neto.

“O mero fato de alguém ser presidente da República e ocorrerem irregularidades na administração federal não significa que ele tenha agido com culpa, que tenha sido imprudente, imperito ou negligente”, diz Sundfeld. “A responsabilidade é sempre pessoal”.

Qual a diferença da atual condição de Dilma Rousseff e a de Fernando Collor?



A principal diferença entre o cenário atual e o vivido pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, há mais de duas décadas, está no fato de o presidente Collor estar envolvido diretamente com os fatos. “Existiam alguns elementos diretamente ligados à figura de Collor”, diz Amaral.

Os depoimentos até agora divulgados pela Operação Lava Jato falam em acusações contra o Partido dos Trabalhadores e o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, além de referências aos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, entre outros políticos ligados à sigla da presidente.

Dilma Rousseff também tem contra ela o fato de que esteve à frente do Conselho de Administração da Petrobras entre 2003 e 2010, quando parte dos supostos pagamentos ilegais teria ocorrido na estatal.

“A situação de Dilma é muito delicada. Há um conjunto de elementos ao redor dela. Mas é preciso ter um conjunto de indícios convergentes para abrir o processo de impeachment”, diz Sundfeld.
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Marcy em Sab Mar 21, 2015 7:04 pm

Kaiser, põe fontes por favor :/ o jornalismo e o leitor curioso agradecem!

Então, é basicamente isso. Não é com protestos que se faz impeachment. E o que vi de amigos meus postando selfies no Facebook me impressiona.
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Dusker em Sab Mar 21, 2015 9:08 pm

Acho que a maioria concorda que todo partido político é corrupto, o que se salva são indivíduos isolados dentro de cada um. Dito isto, o grande problema é que o PT, seja por incompetência, por não se importar ou mesmo mero relaxo, deixou que a corrupção em seu governo se tornasse muito escancarada, às claras, pra todo mundo ver. E isso irrita muita gente, abrir o jornal ou um portal de notícias na internet e dar de cara quase diariamente com novos escândalos de corrupção, cada um mais cabeludo que o outro em que nada acontece com os envolvidos.

À esta altura, eu particularmente tiraria o governo atual se assim pudesse, afinal se todos os partidos são corruptos, os outros aparentam roubar com mais cuidado. Aí entra aquele velho ditado, o que os olhos não veem, o coração não sente. Posso até estar errado pensando assim, mas fazer o que, se no cenário atual, os poucos honestos que se aventuram na política sequer têm chance de serem eleitos?
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por KaiserLeomon em Dom Mar 22, 2015 9:41 am

A roubalheira aqui existe desde que o Brasil foi descoberto pelos Portugueses e que a corte real de Portugal veio para cá e também desde a independência do Brasil . Desde os primórdios deste pais existia alguém roubando , tirando proveito das regalias do governo para si e permanecendo impune perante a lei . Isso existe desde que Brasil é Brasil e criou-se um conformismo com esta situação . Resultado . Ninguém se importou de nem tentar corrigir isso quando ainda dava tempo de corrigir a coisa foi crescendo e agora o Brasileiro simplesmente não acredita mais que haja uma solução . Certa vez quando o Orkut ainda existia eu vi numa comunidade de Digimon num assunto "Off-Topic" os intelectuais do fórum dizendo " Isso daqui é uma b****a ! " , " Isso daqui é uma mesbla ! " , " Queria mais que viesse a Al-Qaeda aqui e detonasse uma bomba atômica e explodisse com este pais de corruptos hipócritas ! Não aguento mais esse pais ! " e eu pensei " Poxa ... Um pais é no máximo tão ruim quanto seu povo ... se as pessoas mais 'inteligentes' e 'instruídas' aqui no Brasil acham que o Brasil é 'uma me*' é logico que ele vai mesmo ser 'uma me*' . Se eles querem que 'se exploda' é logico que vai mesmo 'se explodir' pois são eles quem determinam o que ocorre no governo e que colocam no poder os 'indignos' que vão ferrar o Brasil !".
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Takuya em Dom Mar 22, 2015 5:34 pm

Dusker escreveu:Acho que a maioria concorda que todo partido político é corrupto, o que se salva são indivíduos isolados dentro de cada um. Dito isto, o grande problema é que o PT, seja por incompetência, por não se importar ou mesmo mero relaxo, deixou que a corrupção em seu governo se tornasse muito escancarada, às claras, pra todo mundo ver. E isso irrita muita gente, abrir o jornal ou um portal de notícias na internet e dar de cara quase diariamente com novos escândalos de corrupção, cada um mais cabeludo que o outro em que nada acontece com os envolvidos.

À esta altura, eu particularmente tiraria o governo atual se assim pudesse, afinal se todos os partidos são corruptos, os outros aparentam roubar com mais cuidado. Aí entra aquele velho ditado, o que os olhos não veem, o coração não sente. Posso até estar errado pensando assim, mas fazer o que, se no cenário atual, os poucos honestos que se aventuram na política sequer têm chance de serem eleitos?

Eu concordo. E pra falar a verdade chegou num ponto tão crítico que alguém realmente honesto sequer pensa em se envolver com política... quem se envolve já tem outras intenções mesmo.
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por KaiserLeomon em Seg Mar 23, 2015 6:16 am

Politica no Brasil passou a muito tempo a ser associada com corrupção e ninguém mais acredita que possa existir um " politico honesto " . Se existir logo se corrompe para ter que se adequar aos esquemas do poder .
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Roberto zampari em Qua Abr 08, 2015 4:20 pm

Falta 4 dias para a manifestação (e vai ser maior que antes).
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

Mensagem por Marcy em Qua Abr 08, 2015 5:09 pm

Tem outra manifestação? Ok espero que agora não usem a camisa da CBF, foi meio paradoxo na última vez.
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Re: O impeachment de Dilma Rousseff

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