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Digimon - The Domains of Darkness

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Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Daichi Yamamoto em Ter Dez 20, 2011 5:20 pm

Esse história minha tá no Nyah Fanfiction e também no DF, alguns aqui já devem ter lido ela.
Nome: Digimon - The Domains of Darkness
Autor: Daichi Yamamoto (ou Digi Rei [DF] ou ainda Mega_Paulo15 [Nyah])
Gênero: Aventura / Amizade / Mistério
Personagens: Daichi Yamamoto (sim, eu sei, usei o nome do meu personagem, gostei tanto dele), Yumi Honda e Hajime Hashimoto
Classificação: Livre para todos os públicos
Sinópse: Conta sobre como três jovens vão parar no Digimundo e lá se envolvem com os digimons, seus novos amigos. Tanto se envolveram que agora comprometeram-se em salvar o Mundo Digital, que passou a ser sua nova casa!
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Segue o capítulo Um


CAPÍTULO UM Um Novo Dia! O Portal da Torre de Tóquio!
Título em Japonês: 新しい日!東京タワーのポータル!


Daichi passou a bola para seu amigo do lado. Este driblou mais um jogador, mais um e com forte chute, acertou em cheio a rede no gol! Era a vitória dos LIONS.
Todos ficaram felizes, porque passará dois anos e o time deles não tinha ganhado nenhum jogo. Parecia que havia alguma praga em cima dos jogadores. Um ficava doente. Outro quebrava o pé. E ainda um sumia sem mais nem menos!
Daichi, ou simplesmente Dai, morava em Odaiba, uma ilha do Japão. Seus olhos eram azuis e tinha cabelo preto. Gostava tanto de jogar futebol, que participava do time da escola, os LIONS.
Tinha dois melhores amigos, Yumi e Hajime. Apesar de ele ter treze anos e Yumi doze, ambos estava na sétima série. Ela completaria treze no dia em que o menino ganhou o jogo. Logo após a partida ele iria para a festa. Ela era americana, porém seus pais japoneses, por isso ela aprendeu japonês e foi para o Japão viver com a avó, enquanto seus pais viajavam pelo mundo em desfiles de moda – isso mesmo, eles eram modelos.
Hajime era o mais novo dos três, tinha doze anos e cursava a sexta série. Era chamado na sua classe de “nerd”, apesar de já sim, ter tirado um 0. Ele tinha cabelo preto não era tão alto, gostava de ler e mexer com tecnologia.
Dai foi para o vestiário junto com o resto do time. O lugar tinha vários boxes, onde cada um tomou banho, pois, estavam muito suados. Cada um pôs uma roupa diferente, pois, o dia foi só de jogos de futebol. Não precisaram colocar os uniformes.

O garoto estava do lado de fora do campo, com camiseta vermelha, calça jeans, tênis e o cabelo desarrumado quando Yumi e Hajime chegaram gritando:
- PARABÉNS! – O grito foi tão alto, que o jovem se assustou.
- Por quê? É seu aniversário Yumi. Além do mais, eu não fiz o gol!
Hajime adiantou-se:
- Pode ser você que não fez o gol final – falou o menino que olhava para Daichi. –, mas aquele passe que você deu... Foi demais! Quando entrar no time da escola, quero ser igual a você!
Todos riram ao mesmo tempo.
- Então, você vai ir na minha festa? – Perguntou a aniversariante.
- Claro! Porque não? – Disse animado.
TRIIIM! TRIIIM!

O telefone tocou. Dai pegou-o e o abriu. Apareceu: Número desconhecido. Colocou no ouvido e disse:
- Alô? – Daichi pensava que era algum trote. Ninguém respondia. – Tem alguém aí? Que DROGA! – E assim desligou o telefone.
BLIP, BLIP!

Logo após o término da conversa ele apitou. O que será que acontecia? Primeiro um número desconhecido liga. Agora... uma mensagem, o que acontecia? Daichi queria saber.
Abriu o celular e lá estava: uma mensagem. Número como anteriormente, não tinha. Clicou para abri-la e leu:
Daichi Yamamoto, Hajime Hashimoto e Yumi Honda, estão sendo convidados para uma aventura. A melhor aventura da vida de vocês.
Mas lembrem-se: não poderão voltar. Se escolherem se aventurar no Mundo Digital, terão permanecer até o fim
Vá para a Torre de Tóquio, Observatório Especial!
AJUDE OS DIGIMONS.

- Pessoal – Falou Daichi. – Deem uma olhada nisso aqui! – O jovem mostrou aos dois a mensagem que alguém lhe enviara no celular. O que eles pensariam sobre isso?
- Vamos lá! – Sugeriu Hajime. – Vai se legal! Uma aventura!
- Não sei não... – disse Yumi. – E se for algum sequestrador? Quero dizer, pode ser algum cara que queira nos raptar e levar para um cativeiro!
- Você realmente tem uma mente muito fértil. – Disse Hajime. – Mas isso não deixa de ser verdade! Mas podemos ir?!
- O quê? Hajime, você mesmo disse que não deixa de ser verdade um sequestrador querer nos levar!
BLIIIP! BLIIIP!

- Outra? – Disse Yumi.
Dai abriu novamente o celular e procurou a outra mensagem. Ainda quem enviou não podia ser reconhecido, ainda estava desconhecido. Clicou e lá estava outra mensagem parecida. Daichi deu um suspiro e leu em voz alta:
- “Não sou sequestrador, não quero o cativeiro de vocês! Quero apenas ajuda! O Digimundo corre perigo! E só há três pessoas que podem ajudar a mim e os outros digimons. Essas três pessoas são vocês!” – Ele fez uma pausa e voltou a falar: – Certo... isso é muito estranho. Como esse cara sabe que falamos isso dele?
- Ai meu Deus! – Exclamou Yumi. – Isso tá ficando muito estranho.
BLIIP! BLIIP!

- Ah, que droga, ele não cansa não? – Falou Hajime.
Após abrir o celular viu escrito apenas um horário. Daichi olhou para o topo da tela e viu que horas eram: 5:30 PM. Então disse o que estava escrito no celular:
- “Vocês têm até as 6:00 PM!” – Falou num tom de medo misturado com a vontade de ir para a Torre. – Acho que nos devemos ir. Sei que correremos um perigo, mas... Se já lá quem for... Ele pede socorro, temos que ajudá-lo!
Yumi sorriu. Seus lábios eram perfeitos, seus cabelos pretos e lisos, balançavam ao vento suave de fim de tarde. Ela então disse com o sorriso estampado no rosto:
- Ah Dai, você sempre faz isso não é? – Disse suavemente. Daichi ficou corado pelo que ela disse. Yumi riu novamente.
- I-Isso o quê? – Disse com a voz trêmula.
- Isso! – Disse ela. – Você sempre quer ajudar os outros, mesmo que eles sejam desconhecidos, ou... alguém que você nunca viu ou ouviu falar. Ajuda sempre aquelas pessoas que mandam uma mensagem no celular! – Ela riu, depois todos riram.
Estava decidido. Todos iriam para a Torre.
Hajime antes de entrar no táxi que ia pegar para levá-los para o destino disse:
- E a festa?
- Ela pode esperar! – Disse Yumi, a própria aniversariante.
Todos entraram e o carro arrancou pelas ruas de Odaiba. Passaram pela Rainbow Bridge. De lá, eles viram a Torre, o mar, entre outros prédios da cidade.
Chegando rua, perguntaram ao motorista quanto tempo levaria. O mesmo disse que demoraria em torno de vinte minutos. Faltavam dez minutos para chegar e quinze para o prazo da mensagem.

Passaram por mais algumas ruas e pediram para descer alguns quarteirões antes. O taxímetro estava marcando 800 ienes. O taxista perguntou:
- Porque tão antes?
- É que temos apenas 850 ienes, já que são 800, paramos aqui! – Disse Dai.
Eles tinham juntado o dinheiro que tinham e pagaram o motorista. Realmente, faltava pouco para chegar até a Torre. No caminho, Yumi disse:
- Pessoal! – Exclamou. – Para entrar lá tem que pagar. Como iremos pagar se só temos 50 ienes? É muito pouco, eu acho... Ainda mais o Observatório Especial. Lá é mais caro!
- Realmente... – falou Hajime.
- Vamos ter que entrar escondido!
Andaram mais alguns metros até que chegaram ao FootTown, um tipo de “mini-shopping”. Ao entrarem, se depararam com o salão de recepção – não tinha ninguém –, uma galeria de aquários, que tinham algumas pessoas. Também tinha uma loja de lembrancinhas e um restaurante. Poucas pessoas estavam comendo lá.
- Aqui é tão movimentado normalmente! – Falou Yumi.
- Estranho de mais! – Falou Daichi.
- Ali, os elevadores! – Apontou Hajime.
Os jovens foram correndo para lá e apertaram o botão que logo abriu a porta. Quando todos estavam dentro, Yumi comentou:
- Mas... Não vamos pagar?
- Ninguém cobrou! – Disse Dai.

O elevador fechou as portas. Subiu até o primeiro andar, que estava vazio também. Ninguém tomava café na loja que estava ali. Subiram as escadas para o segundo andar. Nele tinha apenas um altar e uma loja de lembrancinhas fechadas. E também, o que mais importava a eles, os elevadores para o Observatório Especial.
- Muito estranho... não tem quase ninguém na Torre, ele é tão cheia ultimamente! – Falou Yumi com medo de ser pega por algum segurança!
Mas como no andar anterior, não havia nada. Lá podia se ver a cidade Tóquio inteira. Ao Sul o monte Fuji sumia entre as nuvens. O céu da cidade inteira estava escurecendo. E o observatório começou a ficar abafado. O vidro estava ficando suado.
- Meu Deus o que está acontecendo? – Disseram todos com medo.
Luzes começaram a rodear o aquele andar. O chão também brilhava.
Uma explosão de luz consumiu os jovens que sumiram de lá. Eles foram para outro lugar. Outro mundo!

O dois eu posto depois, mais tardão! :cheers:
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Takuya em Ter Dez 20, 2011 5:47 pm

Humm, interessante. Bom, vou analisar por partes:

Você escreve bem, a sua narrativa mantem uma certa coerencia, possui inicio, meio e fim, não há erros grosseiros de português. Só precisa prestar mais atenção na concordância em algumas partes;

Sobre o capitulo, é claramente inspirado no primeiro episodio de Frontier. Nada contra, mas poderia ter sido mais original, bolado uma forma diferente deles terem contato com o Digital World (aka, Digimundo). Fora isso, tudo aconteceu rapido demais, deu a impressão que você escreveu com pressa :P . Uma dica: escreva com calma, não tenha pressa, revise bastante, e planeje bem o que voce vai colocar na fic;

No mais, gostei da organização da fic, dos paragrafos, não fere a visão, e é relativamente fácil de ler. Como eu disse, você so precisa desenvolver a trama com mais calma, foi muito corrido, ao menos nesse capitulo, e a história em si não mostrou nada de novo... concluindo, não tá ruim, mas pode melhorar. Continue praticando que você vai longe! :D
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Daichi Yamamoto em Ter Dez 20, 2011 6:17 pm

Sim, esta história será inspirida em todas as séries!
Um pouco de Frontier, XW, Tamers, etc.
Na DF eles disseram mesmo que eu tinha escrito um pouco corrido, mas nos outros capítulos, talvez isso se rpita, infelizmente!
Mas obrigado por ler! :)
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Daichi Yamamoto em Seg Dez 26, 2011 7:30 pm

Esse é o Capítulo 2! :P
CAPÍTULO DOIS Com Raiva de Iblimon! A Bravura de Yumi!
Título em Japonês: イブリモン怒り!勇気由美!

Depois que a grande luz se dissipou, Dai, Yumi e Hajime se viram em outro lugar, totalmente diferente de um observatório. Eles estavam em morro com uma macieira, logo à frente, um campo florido. Nos fundos uma enorme cadeia de montanhas, todas com o topo nevado. Atrás, também montanhas nevadas.
– Meu Deus! - Disse Yumi. – É tão... Bonito e ao mesmo tempo... Esquisito! Como viemos para cá? Isso não estava escrito na mensagem, estava Dai?
– Não... – falou. – Nem dizia que uma luz iria no engolir!
Os três ficaram algum tempo em cima do morro sentados embaixo da macieira, conversando sobre o que deveriam fazer. Era como ir para um país totalmente diferente com uma língua diferente!
– Olá, jovens! – Disse uma voz. – Sejam bem-vindos ao Digimundo!
Olharam para onde veio a voz, estava lá, em pé, uma linda mulher, com saia rosa, feita de flores, asas verdes, igual à de fadas, na cabeça, uma grande flor e cabelo feito de relva. Enfim, ela era uma fada!
– Meu nome é Lilimon! – Disse a fada.
– O-O que é você? – Perguntou Hajime.
– Eu sou um Digimon, ou seja, um monstro digital, mas não me considero um “monstro”. – Disse Lilimon. – Todos os Digimons vivem aqui neste lugar onde estão. Apenas... Nesse vale. – Ela disse isso com uma lágrima escorrendo pelo rosto.
– O que foi? – Disse Yumi. – Por que você tá chorando?
– Não é nada...
– Não adianta falar que não é nada, porque é algo sim! – Disse Yumi determinada a fazer a Digimon falar o que a incomodava. – Não adianta... Eu sei que tem algo!
– Sabe, é que nada era como é hoje. – Ela apontou para algumas nuvens nas montanhas, eram nuvens de tempestades, mas elas não se aproximavam. – Além daquelas nuvens, existia um mundo lindo e cheio de paz. Mas quando Iblimon chegou, tudo ficou cheio de escuridão e trevas! – Outra lágrima caiu no chão. – Então... Este vale, chamado de Vale da Luz, foi protegido pelos Quatro Animais Sagrados. Viemos para cá e... Vivemos assim... Com medo de que algum dia aquela barreira caia e nós sejamos destruídos por Iblimon!
Todos ficaram com pena de Lilimon, pois isso era horrível, de repente um digimons do mal aparece e domina o mundo deles. É realmente deplorável!
– Então, foi você que mandou a mensagem no meu celular? – Perguntou Daichi.
– Bem, sim, fui eu. Eu a enviei pela única tecnologia que temos na Vila Vizac, a alguns quilômetros daqui. – Disse ela. – Toda a tecnologia que temos ficou lá fora. A Vila Vizac é feita de computadores e celulares velhos. Foi tudo que sobrou de tecnologia.
– É que... Você disse na mensagem que nós somos os três únicos que podem salvar o Digimundo. Que só nós podemos ajudar você e os outros Digimons.
Lilimon fitou as montanhas e as nuvens negras. Seus pensamentos estavam distantes, ela pensava no passado, no tempo em que todos eram livres. No tempo em que não havia Iblimon. No tempo em que ela podia andar por esse e por outros vales.
– Só vocês podem! Só vocês têm o Fogo Divino no coração.
Todos ficaram confusos. Ninguém sabia o que era aquilo. Yumi decidiu perguntar:
– Fogo Divino, o que é isso?
Ela olhou para o céu pensando as mesmas coisas. Como era bom antigamente. Então olhou para os jovens e disse:
– É um tipo de “poder” que um 1% dos humanos têm. Só mais uma pessoa no mundo tem. Só que... Ela não sabe que tem e ignorou. Assim, só restam vocês! – Ela limpou as lágrimas que secaram em seu rosto. – Chega de tristeza! – Disse decidida. Então colocou o dedo no ar como se tocasse em algo. Um círculo rosa apareceu no ar flutuando. Lilimon colocou a mão dentro e de lá tirou um dispositivo azul-esverdeado com botões vermelhos. – Esse é para você Dai! – E entregou a ele. – Esse dispositivo, chamado Digivice ou D-Mega. Um Digivice poderoso com uma função melhor que a dos outros!

Então do mesmo círculo rosa, tirou outros dois. Um verde com botões rosa, e outro com a cor branca e botões vermelhos. Os D-Mega eram iguais, porém os jovens pensavam que tinha algo mais além deles.
De repente, uma luz saiu da tela dos dispositivos e foi para o chão, revelando um pequeno dragão da mesma cor que o Digivice de Daichi. Este era seu Digimon. Do Digivice de Yumi saiu pequeno ser com a cabeça parecida com a de flor e corpo de planta ver, com um ramo amarelo na cabeça. Do dispositivo de Hajime surgiu um pequeno cachorro branco com algumas partes de seu corpo eram vermelhas.
– VIVA! – Gritaram os digimons que abraçaram seus novos donos!

Todos estavam caminhando até o Vilarejo das Flores, onde Lilimon morava. Passaram pelo campo cheio de flores, de diversas cores e formatos. Quando faltava poucos metros, podia-se ver ao fundo uma pequeno vilarejo com casas de palha e algumas terras onde haviam plantas para o consumo.

– Lá é o Vilarejo das Flores. – Disse Lilimon feliz apontando para o local. – É muito legal lá. Sou considerada um tipo de auxiliar da prefeita!
– Auxiliar? Quem é a prefeita? – Perguntou curioso Hajime.
Lilimon bem feliz disse:
– Toge... mon...! – Sua expressão mudara em questão de segundos. De uma fada feliz, passou para uma fada assustada. Ela parecia estar assustada com algo. Mas o quê?
Todos olhavam para ela. Seus olhos estavam fixados para um ponto de onde vieram. A boca estava aberta e permaneceu assim até que ela decidiu falar algo:
– I-I-Ibli... Ibli... Iblimon! – Depois que ela disse isso todos ficaram apreensivos.

Ela desmaiou repentinamente.
Dracomon, Labramon e Lalamon tentaram segurá-la, mas era pesada para eles. Estão caiu esmagando apenas Dracomon, pois os outros conseguiram sair.
– Socorro! – Disse o Digimon.
Dai o pegou e colocou-o de lado. Todos estavam com medo.
– Lilimon! – Disse Lalamon. – Ajudem-na! – Todos se ajoelharam e ficaram olhando para ela e colocando a mão em sua testa, para ver se algo estava de errado. – Não há na... – Lalamon revirou os olhos e viu que na macieira onde estavam antes, um homem de terno preto e cabelos até os ombros da cor preta. Ele acenou. – IBLIMON!
Todos olharam para ela. O Digimon apontava para a macieira. E viram lá, o Rei das Trevas!

Todos estavam aflitos, o que deviam fazer? Estavam diante de uma provável batalha! Eles ficaram lá, olhando o inimigo se aproximar calmamente.
TEK!

Foi o estalo de dedos do Digimon do mal.
– AHHH! – Gritou. Ela começou a chorar mesmo desacordada.
– O-O que está acontecendo? – Perguntou Yumi já em pé. – Ela está... sentindo dor? Mas o que ele... – Virou seus olhos para o Digimau. - Seu desgraçado! – O grito dela abalou a todos. Ele parece sempre uma menina boazinha e indefesa, mas dessa vez não! Ela estava com raiva. O que Lilimon fez que irritasse tanto Iblimon? O QUÊ!
– Yumi... – Disse Hajime. – O que está...
– Não Hajime! – Gritou ela com muita raiva do inimigo. A menina pegou o Digivice e o segurou enquanto gritava: – Seu Digimon inútil! Porque fez isso com ela? Eu te pergunto de novo, O QUE ELA TE FEZ?
Com um rosto calmo, Iblimon observou tudo ao seu redor, os jovens, as montanhas no fundo, além delas, seu reino de maldades, o sol, que brilhava apenas ali no vale. Então ele calmo disse:
– Digimons fracos! – Andou alguns metros. Yumi estava a dez metros de distância do Rei das Trevas. – Eles não merecem viver... São tão... Como posso dizer? INÚTEIS!
Antes de sua domadora falar, Lalamon interveio:
– Não são! – Gritou com sua fina voz. – Eles não são inúteis. Inútil é você que pensa isso! Todos digimons que não são bons, como você, devem... Devem ser punidos!
– Lalamon... Você é tão... Inútil! Vou começar dominar este lugar por você, prepare-se, pois, sua alma vai ir direto para o Inferno!
Ele juntou as mãos como se fosse rezar. Então foi abrindo-as e entre as duas, aparecia uma espada. Quando ele terminou. Pegou a espada, que era prateada com a lâmina vermelha como sangue!
– Esta é a Espada de Sangue! – Falou ele com orgulho. – Um dos primeiros artefatos criados para dominar o Digimundo! E eu vou usá-lo para acabar com este Vale! Vai gastar pouca energia mesmo! – Ele fez uma pensativa. – Acho que vou criar o meu palácio de verão aqui!
O quê? Não mesmo, seu desgraçado!”, pensou Yumi.
– AHHH! Chega! – Gritou a garota. – Você não vai construir nada aqui!
O seu D-Mega brilhou! Ela o girou no ar e Lalamon começou seu processo de digievolução.
– O que está acontecendo? – Perguntou Daichi assistindo de longe.
– Acho que está acontecendo algum tipo de transformação. Como se Lalamon fosse se assumir uma nova forma, como se o Digimon fosse... evoluir mais um nível!
Lalamon começou a crescer, suas asas se tornaram folhas, seus braços cresceram, sua cabeça era uma flor, na sua testa havia um triângulo de ponta cabeça rosa.
– Sunflowmon! – Gritou ela brilhando.
– Menina insolente! – Bradou o inimigo rindo de sua adversária. – Sua alma como disse, vai para o inferno e seu Digimon... ah, Sunflowmon vai trabalhar para mim numa mina de carvão, há, há, há, há! – Seus olhos brilharam num vermelho vivo.
– Eu... – Disse a jovem olhando para baixo e apertando o dispositivo. – Eu não vou deixar você sair dessa impune! Você não pode fazer tal coisa com Lilimon... Ela não te fez NADA! – Seu coração estava preenchido de raiva por Iblimon. – Sunflowmon... ACABA COM ELE!
Num ataque tão rápido, a Digimon planta alçou voo e contornou a domadora, partiu para cima do inimigo aplicando-lhe socos, mas então, o Rei das Trevas colocou sua espada entre os dois.
– Cauda de Cactos! – Disse o Digimon, que usou sua cauda com espinhos, para atacar. – Você não merece viver mais, Iblimon... Você é um Digimon muito mau!
Yumi voltou correndo para perto de Lilimon.
Vai Sunflowmon, eu confio em você!”, pensou positivamente a garota.
– AHHH! Mudei de ideia, vou acabar com você! É tão inútil quanto sua domadora!

O inimigo partiu para o ataque com sua espada, saltou e fez um corte raso no abdômen da Digimon planta. Ela, por sua vez, não revidou. Recuou para perto de sua domadora e disse:
YUMI! Foge, leve Lilimon para a Vila! Eu vou cuidar dele! A batalha vai piorar muito mais!
A garota e seus amigos vendo a ferida ficaram com medo de abandonar a Digimon, mas ela estava certa. Zelava pela vida de seus novos amigos.

– Nós ajudamos! – Disse os dois outros Digimon, Labramon e Dracomon.
– NÃO! – Gritou Sunflowmon. – Não quero que sofram! Além do mais, vocês ainda não podem evoluir para lutar com ele! Fujam! – Disse ela voltando para a batalha!
– Ela está certa! – Disse Yumi, - Vamos!
E foram correndo pelo campo de batalha.
– Ah, que droga, meu jantar se foi! – Lamentou Iblimon. – Ah, tudo bem, eu devoro você e depois... Vou atrás deles!
– Você não vai atrás de ninguém!
Sunflowmon voou pelo lado esquerdo do inimigo. Seu rosto de flor brilhou e um feixe enorme de luz surgiu e atingiu o Rei das Trevas, que defendeu com a Espada de Sangue.
Mas não foi só isso! Ao se defender, uma explosão de luz iluminou o local!
– O que... Foi isso?
– A Luz do Fogo Divino!

Com um rosto de “O que ela tá falando?”, Iblimon ignorou e atacou. Sua espada fez outro corte, um pouco abaixo do outro. O Digimon planta, Voou mais alto e de lá, disparou mais feixes de luz. Todos os ataques, Iblimon defendeu, mas a cada vez que ele fazia isso, se esquecia das explosões de luz, que quase o cegaram.

– Cauda de Cactos! – Repetiu o ataque, desferindo várias vezes sua cauda espinhenta no rosto de Iblimon. – Agora você desiste?
– Não mesmo! – Disse com o rosto arranhado e olhos fechados.
Ergueu a Espada de Sangue e bradou:
– Agora, Sunflowmon, você vai ser destruída! – O tempo fechou e raios brilhavam no céu, porém, eram vermelhos. – RAIO DE SANGUE!
De repente um raio caiu bem em cima de Sunflowmon, que voltou a ser Lalamon, só que mais ferida do que antes.
– Que droga, não vocês podiam ter desistido logo? Eu gastei a energia da minha Espada! Ah, Digimons inúteis são assim, sempre fazem os mais fortes gastar sua energia. Volto amanhã. – Ele pensou que Lalamon estava inconsciente e que amanhã viria surpreender os moradores do Vale. Mas ele se enganou.
Um raio maior caiu em cima de Iblimon levando-o embora.
– Não... Você não botar o pé aqui! – Disse Lalamon que logo em seguida desmaiou.
Yumi ao ver o primeiro raio parou e quando viu o segundo saiu correndo. Ao chegar, se deparou com Lalamon desmaiada.
– Iblimon eu vou acabar com você! – Disse com a Digimon no colo.

Espero os comentários... ^.^' :cheers:
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Super FOG em Ter Dez 27, 2011 8:16 pm

Excelente fic.

Já faço questão de acompanhá-la por ser a primeira do fórum a usar história e personagens inéditos.

Qualquer hora eu animo de escrever uma fic. =)
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Daichi Yamamoto em Ter Dez 27, 2011 9:01 pm

:affraid: Obrigado por ler! ^.^
O próximo capítulo vou postar amanhã, porque depois vou viajar e vocês vão ter uma capítulo pra ler ;)
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Re: Digimon - The Domains of Darkness

Mensagem por Daichi Yamamoto em Qua Dez 28, 2011 5:53 pm

CAPÍTULO TRÊS Tentando Convencer Taomon! O Poder do Jin Shuazi!
Título em Japonês: タオモンを説得しよう!ヂインシュアアジのパワー
O tempo ainda estava fechado, o que ocorria poucas vezes naquele Vale. Todos estavam com medo. Chegaram à vila fazia uns vinte minutos. Todos os moradores estavam com medo. Nunca Iblimon invadiu aquele lugar! Todos estavam nas suas casas por ordem da prefeita Togemon.
A prefeitura era diferente. Feita de madeira e muito maior, pois, Togemon era grande de mais. As janelas estavam fechadas e os jovens se reuniram na sala, discutindo como o inimigo entrou.

– Não sabemos! – Disse Yumi. – Quando cheguei lá, Lalamon estava... Desmaiada e aquele monstro foi embora! A não ser que ele tenha ido embora voando!
Lalamon estavam num tipo de cama bem pequena, especialmente para digimons pequenos. Ela ficava atrás da mesa retangular onde todos estavam sentados. Lilimon havia acordado e não se lembrava de muita coisa, apenas de ver o monstro!
– E você Lilimon se lembra de mais algo? – Perguntou Togemon.
– Não... Só me lembro de ver Iblimon... Mais nada. – Ela tinha um tom triste na voz.

Enquanto eles conversavam, Lalamon acordou e viu todos conversando. Tinham duas outras pequenas camas ao seu lado. Numa estavam Dracomon e na outra, Labramon. Ambos dormiam tranquilamente, como se nada tivesse acontecido!
Ela pulou para fora de seu leito, foi andando lentamente até as pernas de sua domadora, que estava abalada. Yumi pensava que ia perder seu Digimon. Os ferimentos em Lalamon estavam sendo curados lentamente. Seu braço estava enfaixado e doía uma pouco. Não se lembravam de levar uma pancada no braço, talvez quando voltou a ser Lalamon caíra de uma grande altura.
Bem perto da perna de sua domadora, a Digimon puxou a calça jeans. No começo, ela achou que era alguma brisa, mas percebeu que o movimento persistia, então, olhou para baixo e viu lá seu Digimon.
– Lalamon! – Ao dizer isso, todos olharam para ela. – Você... Acordou!
Pegou-a no colo e a colocou em cima da mesa. Ela parecia meio constrangida por estar na frente da prefeita, que não conhecia e ainda por cima, ela era grande, cheia de espinhos e tinha um par de luvas de boxe nas mãos. Isso dava medo!

– Oi Lalamon! – Disse a prefeita Togemon. – Lembra-se de algo?
– Não... Espera... Sim! Iblimon disse depois que eu estava caída, que... Que voltaria amanhã! – Ela dizia isso com muito medo. Será que teria que lutar de novo? – Yumi... – ela se virou para sua domadora - ...Vou ter que lutar?
– NÃO! Nunca! Você está muito ferida! Não posso deixar você fazer uma loucura dessas! Quando formos lutar, não ouse colocar um pé no campo de batalha!
– Mas... Eu tenho que te proteger!
– Não vamos lutar! – Disse Dai. – Dracomon e Labramon ainda não evoluíram e Lalamon está muito ferida! Não podemos usar os habitantes do Vilarejo das Flores para lutar! Lilimon também não deve lutar!
– Mas se não lutarmos o que faremos? – Perguntou Hajime. – Quer dizer, o podemos fazer sem lutar? Pelo que vi aqui... Para sobreviver precisa lutar! Se não lutarmos termos que nos render!
Daichi estava pensativo. Pensava em todas as opções: LUTAR? Não! ATAQUE SURPRESA? Seria bom, mas como? ESTRATÉGIA? Bem... Talvez dê certo!
– Tive uma ideia! – Disse Dai. – Talvez possamos usar uma estratégia! Um plano! Usar a mente ao invés da força!
– Boa ideia – Disse Togemon. – Mas como?
– Ainda tenho que pensar! – Dai sorriu e tentou fazer uma graça, mas... Não deu! – Ah, qual é! Eu não tenho planos transbordando da cabeça!
– Você teve o quê agora? – Perguntou Yumi séria.
– Uma ideia! – Disse com dedo levantado. – É diferente, se tivesse uma magia!

Togemon, nesse exato momento, lembrou-se de um feitiço que só pode ser usado por uma pessoa do Vilarejo. Uma magia muito poderosa! O Digimon se levantou, todos olharam para a prefeita, com uma pergunta na cabeça “O que ela está fazendo?”. Ela dirigiu-se para um estante que estava li perto e pegou um pequeno baú de madeira pintado de vermelho com detalhes de ouro. Em seguida, pegou um livro das mesmas cores.
Sentou-se e disse:
– Esse é o Jin Shuazi, um pincel feito de ouro, que foi trazido de um lugar no seu mudo. Se não me engano o nome desse país Cheno? China? Ah, isso aí, China! – Ela abriu a tampa e retirou de lá, um pincel de vinte centímetros todo feito de ouro com as cerdas feitas de prata. – Ele só pode ser usado por quem domina a luz ou quem domina o Poder da China!

– Certo. – Disse Dai. – E o que ele pode fazer?
Togemon sorriu e respondeu:
– O Jin Shuazi pode invocar o poder de um ser extremamente superior. Ele pode ser igualado ao Iblimon, porém, essa invocação é facilmente destruída. – Todos ouviam atentamente. – Então, temos que invocá-la na hora certa!
– Ah, isso vai ser fácil!
– Nem tanto! – Corrigiu Togemon. – Só um Digimon aqui na Vila pode usar essa magia! Esse Digimon é Taomon, ele é meio ranzinza, e difícil de convencê-lo, principalmente quando se trata de usar o Jin Shuazi.
– Então vamos tentar! – Disse Hajime. – Se não tentarmos não vamos conseguir! Se não tentarmos... Todos esses Digimons... MORRERÃO! E eu não vou deixar!
– O que deu em você? – Perguntou Lilimon. – Você estava quieto, então...
– É que... Arrependi-me de não ter feito uma coisa. – Todos olhavam para ele perplexo com o que dissera e querendo saber o que acontecera. – Eu tive a chance de salvar meus pais... Mas a desperdicei! – O clima ficou tenso. Seu coração batia rápido. Será que devia falar para todos eles sobre o que aconteceu em seu passado? – Estava tudo pegando fogo, quando eu os vi em baixo de uma viga em chamas e eu poderia salvá-los, mas um bombeiro pediu que eu pulasse. Hesitei, mas pulei. Logo em seguida, a casa explodiu e veio abaixo. – Ele começou a soluçar e chorar. – A culpa foi toda minha!
– CALA A BOCA! – Disse Yumi tomando uma atitude diferente. A mesma que teve com Iblimon. Era como se ela fosse mãe de Hajime. – Não fala assim! A culpa não foi sua! Se seus pais estivessem... Vivos, eles iriam preferir que você se salvasse e deixasse-os lá! Eles te amam mais do que a própria vida. Sei que meus pais não... Se foram, mas... Entendo bem isso!
Hajime enxugou as lágrimas. Ele então pôde perceber Yumi estava certa. Porque ela sempre tomava estas atitudes? Era como se ela fosse a mãe de todos!
A reunião continuou por alguns minutos, o tempo lá fora ia piorar, então decidiram ir logo atrás de Taomon, que morava perto prefeitura, numa casa de palha, com um tipo de placa de madeira com a inscrição “タオモン” (“Taomon”).
– É aqui! – Disse Dai. – Com certeza é!

O tempo estava totalmente escuro, mesmo sendo dia. Somente nuvens cinzas estavam no céu. Os Birdramons, que eram os protetores alados do Vale, estavam se escondendo em várias das cavernas espalhadas pela cordilheira.
Bateram na porta de madeira.
– Entre! – Disse uma voz forte e calma.
Ao entrar, os jovens, junto com Lilimon, Lalamon e Togemon – Os outros dois digimons ficaram dormindo –, se depararam com Taomon, uma raposa amarela, vestida de trajes antigos, sentada e escrevendo num pedaço de papel, com um pincel normal. Ela escrevia em chinês.
– Ah, prefeita, Lilimon, e... – Ela disse isso sem olhar, mas percebeu a presença de estranhos e decidiu verificar: – Oh, quem são esses? Humanos, suponho. De onde? China? Leem chinês? Gostam de aprender essa língua?
Daichi meio confuso tratou de responder:
– Hã, sim, somos humanos. Somos do Japão, escrevemos igual aos chineses, com algumas coisas diferentes! Não lemos chinês nem nunca aprendemos, quero dizer, acho que não! – Ele olhou para os amigos, que moveram a cabeça negativamente.
– Oh... – disse Taomon meio desanimado - ...Ok. O que querem? – E voltou a escrever.
– Eu sou Daichi, essa é Yumi e esse é Hajime. Queremos sua ajuda! – Disse Daichi.
– Com...?
– Hã, bem... Um feitiço! – O Digimon raposa parou de escrever.
– Qual?
– Bem, o feitiço em si, não sei, mas tem que usar o Jin Shuazi. – Taomon os olhou como se tivessem dito um insulto. – Hã... Poderia nos ajudar, se não... Esse Vale irá ser destruído... Para sempre!
Taomon volto à escrever, o Digimon parecia não gostar de falar com eles, ou então não gostava do que falaram, sobre o Jin Shuazi.
– Não é problema meu!
– O quê? – Disse Dai inconformado. – Mas... Você mora aqui! Então você prefere ser destruído a lutar pelo lugar que mora?
– Não é isso. – Falou Taomon ainda escrevendo. – É que... Bem, eu sou um Digimon forte, posso muito bem, sair daqui e me virar lá fora! Eu sou forte!
– Forte... Fortemente irritante! – Daichi disse irritado.
Taomon se surpreendeu com o que o humano dissera. Levantou e deixou o pincel cheio de tinta cair no chão. Cerrou os punhos e olhou nos olhos do jovem. Disse:
– Estão com o Jin Shuazi? – Perguntou.
Togemon falou antes de todos:
– Bem, não... Ele está lá na prefeitura.
– Acho que posso usar um pincel normal e uma tinta mágica. – Ele foi para outro cômodo e voltou rapidamente com um pequeno pote com tinta. – Essa tinta pode ajudar a vocês entenderem o que é Guangming Shen!
Pegou o pincel que deixou cair. Abriu o pote e colocou numa mesa perto. Molhou o pincel e no ar desenhou símbolos.
光明神


– Esse é o Guangming Shen! – Falou com orgulho e com medo. Os símbolos começaram a brilhar. – A Luz de Deus. Seu estivesse com o Jin Shuazi, mais um simples movimento, eu poderia invocar Hikarimon!
– E isso é difícil? Não! Então, por que não nos ajuda? – Falou Dai.
– Isso é fácil, a parte difícil é que gasto quase todos meus poderes para fazer essa simples magia! – Disse Taomon apagando com a mão a tinta mágica que flutuava no ar. – Hikarimon precisa de energia para poder surgir!
– Hikarimon... – Disse Hajime. – Então ele é o Digimon que contrário ao Iblimon!
O Digimon raposa assentiu.
Ele pegou a tinta mágica e fechou o pote. Voltou para o outro cômodo e guardou-a.
– Agora me deem licença, preciso continuar meus estudos! – Falou o Digimon sentando-se no chão e começando a desenhar com uma tinta normal.
Daichi estava frustrado e Yumi e Hajime triste com Taomon. Porque ele não os ajudara? “Isso é fácil, a parte difícil é que gasto quase todos meus poderes para fazer essa simples magia!”, disse o Digimon raposa, esse era um motivo para não ajudá-los. Não teria outro jeito? Juntar o poder de todos os Digimons?
– Não tem outro jeito? – Disse Yumi. – Não tem jeito de juntar os poderes dos Digimons do Vale para invocar essa magia?
– Escute menina... – Disse Taomon parando de escrever. - ...Há muito tempo existiam três Digimons que podiam usar esse poder. Apenas os JinTaomon, um outro tipo de Taomon. – Fez uma pausa. – Eles eram ótimos, mas tentaram usar essa magia, que destruiu todos! O último morreu recentemente, ou seja, faz pouco tempo que Togemon encontrou o Pincel de Ouro!
– Sinto muito... – Disse Yumi.
– Eles eram os únicos que tinham os Jin Shuazi! – Taomon olhou para o lado. – Quando a espécie se foi, só ficou esse Pincel. – Ele se sentia desconfortado falando sobre o assunto. – Não quero por minha vida em risco!
– Nem pelo seu Vale?
– Eu sou forte, como disse. E também não sou daqui! Sou de outro lugar, que, é bem longe!

Todos saíram desapontados da casa do Digimon raposa. Porque ele foi tão grosseiro? Mesmo que não fosse daqui, ele não podia simplesmente ajudar os digimons do vale? Eles entraram na prefeitura de madeira e lá se depararam com os dois digimons ainda dormindo. Estavam tão lindos dormindo. Eles nem sabiam que iam perder a batalha, antes dela começar. A não ser que algum milagre acontecesse e os ajudasse.

– Vamos perder a batalha... – Disse Yumi.
Daichi estavam com raiva de Taomon, então disse:
– NÃO! – Disse com o rosto vermelho. – Se não conseguimos usar a inteligência, vamos usar a força mesmo... Iblimon vai se arrepender!
– O quê?! – Disse Hajime. – Como faremos isso?
– Já ouviu a frase “Um por todos, todos por um!”? – Indagou Dai. – A usaremos como exemplo. Nós somos o “um” e os digimons desse Vale são “todos”! Temos a noite toda para pedir a ajuda desses Digimons! – Disse ele determinado.

Esse é o capítulo 3!
Fiquem com eles, porque amanhã vou viajar e só volto domingo!
:P
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Daichi Yamamoto
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