Digimon: Happy Birthday

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Digimon: Happy Birthday

Mensagem por Nat-chan/Deny-chan em Ter Ago 13, 2013 7:12 pm

Hello!! Era suposto publicar no dia 13 de agosto...só que...já é meia noite e logo...pronto...
Eu queria publicar uma fic que era suposta ser one short, só que não deu, não tive tempo, muito problemas pessoais e azares.
Na verdade estou nervosa, esta fic é muito importante para mim.
Quero dizer que amo muito esta personagem, ele é importante para mim. Apenas eu quero.
Além como ele. Sim será o protagonista desta fic.
Espero que gostem, que comentem, criticas boas e más. (más não!)
Esta fic não estava planeada, mas eu queria fazer uma homenagem ou um presente. Como quiserem chamar. E eu tive esta ideia no dia 12 de agosto, tinha sido de manhã. Mas era só ideias, então fui jogar dmo.

Só uma coisa, não tive tempo para rever, logo está CHEIA DE ERROS, não é que dê erros, escrevo muito depressa e não estou concentrada. Simplesmente, não vale a pena criticar os erros, eu sei disso.

Sooo YEH! Aqui vai!



Happy Birthday

Resumo:
Depois das crianças escolhidas terem derrotado o Malo Miyotismon (Belial Vamdemon) tiveram paz até março, nesse mês tinha aparecido novamente o Diablomon que queria se vingar do Taichi e Yamato, mas a graças ao Daisuke e Ken com toda a esperança dos seus amigos e digimons conseguiram derrotar a nova fase do Diablomon, Armagemon. Finalmente foi a paz, enquanto passa o mês de agosto, as crianças escolhidas festejaram o 1 de agosto. Por acaso nesse mesmo mês uma das crianças escolhidas fazia anos. Motomiya Daisuke.




Era uma dia quente de verão, muitas pessoas ainda andava na praia de Odaiba, outras a passear, numas no trabalho, uns a brincar e outras coisas mais. Era  esse mês de agosto que era muito importante, importante para as crianças. Mas nem todas as crianças. Não são especiais, apenas elas tem algo que algumas não tem por enquanto. Elas tem Digimon, são monstros digitais que são feitos por dados que computadores e que vivem num mundo chamado: A Digital World ou Mundo dos Digimons, Mundo Digital, Digimundo como vocês querem chamar, um sitio que já teve trevas e esteve em perigo milhares de vezes. Mas houve crianças que com os seus parceiros deteram. Essas crianças tem um nome. São as crianças escolhidas. Dia 1 de Agosto era um dia especial para alguns, para os veteranos principalmente. Foi o primeiro dia que afinal tinha ido para uma visita de estudo, tinha ido a um acampamento, mas de repente já não estavam no acampamento, estavam na Digital Wold onde conhecem os seus amigos e parceiros e derrotaram o mal.

Três anos mais tarde quando todos pensaram que o mal estava acabado e a paz iria ser permanente. Apareceu alguém a querer dominar o mundo digital, escravizava as criaturas inocentes. Era chamado de Kaiser. E é ai que aparece então as novas crianças escolhidas, os novatos, três novas crianças escolhidas. Que herdaram as características dos seis veteranos. Depois de derrotarem o Kaiser que afinal era  apenas um garoto que foi  capturado pelas trevas e o tornou de bondoso e amável para malvado e sem piedade. A graças ao poder do milagre, a escuridão que o cercava desapareceu do coração bondoso foi livre de tal coisa.  Novos inimigos apareceram, ele se uniu com o grupo para derrotar-los, mas a meio dessa história ainda houve outra totalmente diferente em Nova Iorque. Mais e mais histórias pequenas. Finalmente estiveram um longo tempo sem inimigos perigosos, apenas algumas confusões como no dia de São Valentim e outras histórias que aconteceram.

Dia de verão, 13 de Agosto. Já tinha passado 12 dias desde do aniversário da ida para o Mundo Digital.  

Enquanto a luz do sol que estava forte, deveria ser 11:30 e Meio dia. Estava por volta dessas horas, então a luz forte entrava facilmente num quarto, o quarto estava bem iluminado, alguém estava a dormir, era moreno, tinha olhos castanhos (de apesar estar com os olhos fechados) o seu cabelo também era castanho com um tom de vinho, o seu pijama era amarelo e dormia destapado e com mau jeito. Esse menino que estava preste a despertar, a luz que entrava no seu quarto não ajudava e é o que vai fazer para acordar o rapaz. Enquanto ele andava a rebolar na cama e a fazer forçar os olhos para poder continuar a dormir desistiu e abriu os olhos com dificuldade por causa da luz que entrara. Decidiu se levantar, mas ainda na cama, olhou para os pés da cama meio sonolento e sem ver muito bem.

-Bom dia Chibimon. –Daisuke disse, mas não estava ali nada, apenas os seus pés. –Chibimon?- Perguntou estranhado o sumiço do seu parceiro bebé, olhou para o quarto, ainda na cama, mas nada, ninguém estava ali.

-Para onde será que ele se meteu? –Perguntou o Daisuke com essa dúvida, então decidiu levantar-se e sair do seu quarto, abriu a porta  e espreitou a sala.- Mãe? Pai? Nee-san? Chibimon? –Entra na sala.- Mas onde é que foi o Chibimon? CHIBIMON?!- Gritou. –Eich! Só espero que não te tenhas trancado na despensa novamente e beber os produtos de limpeza da mãe! Chibimon!! –Daisuke chamou por ele novamente, mas nada um interno silêncio viajava naquela casa, o único barulho era mesmo a voz dele e os passos dele. Então andou até à despensa, mas não estava lá.- Se não estás na dispensa é porque te fechaste no frigorífico. Já não é a primeira vez. –Riu-se sem graça e se dirigiu ao frigorífico que tinha vários papeis, um deles era um desenho, outros eram notas do que se tinha de ir comprar e um era um teste com um “A”. Abriu o frigorífico e ficou a olhar lá para dentro perguntando por ele.

-Se ele não está aqui? Nem da dispensa! Ele quando acorda mais cedo que eu vai beber os produtos de limpeza ou então comer qualquer coisa no frigorífico e fica lá preso! –Suspirou.- Enfim, estou sozinho em casa. Vou me arranjar.

Daisuke voltou para o quarto, abriu o seu roupeiro e agarrou na roupa que desejou. Uma T-shirt azul e uns calções castanhos, meias brancas e boxeres pretos. Saiu então do quarto e se dirigiu para a casa de banho com a roupa na mão, pousou em cima da tapa da sanita e começou a tirar o pijama para tomar banho.
Depois do banho e já vestido olhou para o espelho, o seu cabelo estava molhado e despenteado.

-Acho que me esqueci de alguma coisa… -Sim e se esqueceu, ficou a pensar e olhar para o espelho, o seu cabelo estava super dispensado.- Ah! Lavar os dentes. –Não era isso, quer dizer era, mas…pronto, a higiene primeiro, tirou o sua escova de dentes azul, agarrou a pasta de dentes e despejou um bocado para a escova e começa a escovar os dentes. Depois disso saiu da casa de banho.

-Será que me esqueci de alguma coisa? –Pensou olhando para o tecto. –Nahhh…-Se ouve um barulho, que parecia ser do seu estômago.- Estou cheio de fome, me deitei  tarde e me levantei tarde. Estou horas sem comer! Vou comer alguma coisa, antes que morra esfomeado. –Vai ás prateleiras e desdenhou. Foi ao frigorífico e fez uma cara pior. –Não tenho nada para comer!- Fechou a porta do frigorífico e finalmente viu as notas que estavam na porta e começou a ler em voz alta, pelo menos quase tudo leu.

Nota:
Dai-chan, nós tivemos de sair, a tua irmã também saiu. Logo não estamos em casa, não te esqueças de te pentiar e de comer, não fiques o dia todo em casa. Sai um bocado para apanhares ar e não fazeres como fizeste ontem que tiveste o dia todo agarrado à televisão a jogar.

Mas o que ele realmente leu foi:

Nota:
Dai-chan, nós tivemos de sair, a tua irmã também saiu. Logo não estamos em casa, não fiques o dia todo em casa. Sai um bocado para apanhares ar e fazeres como fizeste ontem que tiveste o dia todo agarrado à televisão a jogar.

Daisuke suspirou e colocou a nota em cima do balcão da cozinha.

-O que vou fazer? É uma seca! Além do mais…CHIBIMON?!! ONDE ESTÁS TU?!!

Novamente, nada. O silêncio permanecia.

-Bem, a mãe disse para não ficar em casa o dia todo, mas podia jogar. –Não, não podia.-Acho que…-Olhou pela sala e viu a sua bola de futebol, agarrou-a e começou a dar toques, só que um toque foi demasiado desastroso. A bola tinha ido contra um jarra que situava em cima de um móvel.

-Oh oh...-Bem é menos uma jarra na sala. É melhor eliminar as provas.- Vai à dispensa e vai buscar a pá e a vassoura para limpar, assim que acaba de limpar deita os cacos para o lixo.-Se a minha mãe for ao lixo ela vai perguntar o que é isto.-É isso, vou levar o saco!
Daisuke tira o saco preto do caixote, dá um nó e agarra na bola. Se dirige para a porta da saída, pousa o saco e se senta no chão para calçar os ténis desportivos brancos e azuis. Quando acaba levanta-se agarra na bola e no saco, mas ainda antes de fechar a porta.

-ESPERA! Esqueci-me de algo!!- Talvez, tenha se lembrado. –Os goggles!- Ou não…
Daisuke pousa a bola e a o saco no chão e vai ao quarto, em cima da sua secretária que era onde estava os seus goggles preciosos. Então sai do quarto, agarra a bola e o saco novamente e finalmente sai de casa.

--

Na rua o Daisuke chega aos caixotes do lixo e despeja o saco lá para dentro.

-Pronto, eliminei as provas do crime!- Feliz coloca as suas mãos na anca e ouve um barulho que deveria ser o seu estômago a dar horas.- Pois…se calhar é melhor tomar o pequeno almoço, mas não há nada em casa e hoje é domingo. O que vou fazer?! Já sei! Vou à loja da Miyako, afinal está sempre aberto ao domingo. –Daisuke pega na bola e começa a andar pela rua até chegar ao destino. Assim que chega, vê a loja fechada.

-Olha! Está fechado!  E Agora? Estou a morrer de fome!-Suspira.-Bem, a família dela pode ter dado um passeio ou algo do género. Sendo assim, vou pedir ao Taichi-san e à Hikari-chan para poder ir lá comer.
--
Daisuke já estava nos apartamentos paralelos, ali viviam o Yamato num prédio e a Hikari e o Taichi no outro.

Daisuke vai ao encontro do apartamento dos Yagami e bate à porta, mas nada. Daisuke sentiu que havia pessoas lá dentro porque ouviu uns barulhos, então ficou confuso porque ninguém abriu a porta.

-Taichi-senpai! Estás ai?! Hikari-chan?!!- Gritou, mas sem sucesso. Só que de repente, ouve um barulho de pratos a partir.

-Agumon!- Avisou no outro lado da porta, a seguir ouviu uns “chiu” de vozes femininas.

Daisuke ficou mais confuso, mas a sua cara mostra um pouco zangado. Ele sabia muito bem que estavam ali.

-Não podemos fazer barulho Agumon, ele não pode saber que estamos em casa!- Novamente no outro lado da porta estava avisar e outra vez uns “chiu” femininas.

Daisuke ainda confuso com aquilo fez má cara e voltou para trás mermorando para sim próprio e talvez falando mal deles. Então andou um bocado e andou ao outro prédio dos Ishida, chegou à porta e bateu.
Nada.

Novamente, nada.

-Ohhh…mas o que se passa? Está tudo a ignorar-me? –É quando também ouve umas vozes, como tinha acontecido no apartamentos dos irmãos Yagami.

-Yamato, achas que deveremos fazer isso? –Novamente também era um voz feminina, mas mais madura.

-Teremos de fugir do Daisuke, é a única maneira.- Daisuke ficou chocado ao ouvir aquilo, só apetecia chorar, fechou os punhos e baixou a cabeça e se foi embora.

Daisuke decidiu dar uma volta, estava cheio de fome, ainda não tinha comido nada desde que acordou, ou melhor desde que se deitou.

-Tch! Quem é que eles pensam que são!? Estupidos… Não querem saber de mim.

Mais ao fundo da rua estavam dois rapazes a passear, um deveria ser da idade do Daisuke, era loiro com um
chapéu branco outro era bem mais novo, tinha cabelo castanho.

-Mas são os? Takeru e o Iori!! – O sorriso e a felicidade apareceram logo assim que  o Daisuke viu os seus amigos e vai a correr para pé deles.

Mas no outro lado, o mais novo disse para o loiro com chapéu.

-O que fazemos?

-Fugimos! Rápido!- O loiro gritou e agarrou na mão do mais novo para guia-lo. Começam a correr e viram a uma rua. Daisuke tentou apanha-los, mas sem sucesso.

-Porque todos me deixam sozinho?! Se calhar é porque eu não sou um génio e não penso bem nas coisas, penso de cabeça quente. Falo mal e por vezes sou mal educado, sou chato, teimoso e barulhento. É por isso que não gostam de mim e querem se afastar, incluindo o Chibimon. –Daisuke exprimiu os seus sentimentos, mas ao menos ele soube reparar e admitir nos seus defeitos.

Daisuke andou e andou pelas ruas triste e cheio de fome. Daisuke voltou para casa depois de ter andado tanto, atirou a bola para o chão devagar e se descalçou e ouve um barulho dentro de casa.

-Nee-san?!- Daisuke quando entrou viu a sua irmã Jun que pelo parecia já estava de saida, ela ficou admirada e nervosa por ver o Daisuke.

-Daisuke?

-Ainda bem que estás cá!- A Jun bastante nervorsa, pega na mala e vai direita para a porta.

-Agora não posso Daisuke.

-Mas ouve! Ou não tenho nada para comer, ainda não comi nada!

-Daisuke, eu te dou dinheiro, estou demasiada ocupada. –Agarra na carteira e lhe dá algum dinheiro.

-Mas nee-san! Está tudo fechado!

-DAISUKE!- Com esse grito o Daisuke parou e baixou a cabeça e ficou um bocado triste.

-Desculpa, mas agora não posso. –Jun sai de casa, mas foi impedida.

-Não me deixes sozinho.- Daisuke ainda estava de cabeça baixa, tinha impedido a sua irmã a sair agarrando
pelo braço.

-Dai-chan…

-Por favor. –Daisuke abraça a sua irmã por trás e coloca a sua cabeça nas costas dela, ela se sente mal por isso, mas tem de ser.

Daisuke a Jun nunca tiveram uma grande relação de irmãos, pareciam cão e gato, mas gostavam muito um do outro, afinal era o seu irmãozinho, o seu Dai-chan.

-Dai-chan, desculpa, mas vou ter de ir. –Ela se retira rapidamente para que o seu irmão mais novo não a voltasse agarrar. Ele não teve hipoteses, a sua irmã já tinha ido e fechou a porta.

Daisuke ficou a olhar para a porta que acabara de ser fechada. Ele se virou e encostou as suas costas à porta da rua e teve a deslizar até cair ao chão, assim que caiu ao chão, colocou os seus braços nos joelhos e pousou a sua cabeça em cima e começou a dizer coisas baixinho e a  chorar.

-Quero alguém, quero alguém, não quero estar sozinho.- Ficou ali uns dez minutos. Só que.
--

-Preciso que vás ter com o Daisuke-kun. Falou uma voz feminina, o sitio estava escuro e não dava bem para ver que era. Era uma voz amável e doce, parecia que tinha vindo do céu.

-Mas Hikari-san, vocês precisam de ajuda. –A voz era doce sim, mas de rapaz.

-O Daisuke-san não pode ficar sozinho, imagina se ele descobre, ele quase apanhou a nós. –O mais novo falou.

-Isso é verdade, tivemos de correr e fugir dele. –O loiro disse.

-Pior é que o Daisuke com isto tudo está a ficar sozinho, triste e zangado com todos nós! É por isso que tu, Ken-
kun tens de ir, és a pessoa ideal para ir. Novamente era a menina doce.

-Espera, precisamos de uma pessoa que saiba mentir, se não, não vale a pena. –Falou o Yamato.

-Então será melhor ir o Ken-kun, ele comece o Daisuke de olhos fechados.-Miyako falou.

-E o Motomiya-kun conhece-me de olhos fechados, ele vai ver que estou a mentir!

-Arg! O Daisuke dá demasiado trabalho! Mas também! –Miyako começa a refilar. -Qual é o burro que se esquece do seu próprio aniversário?!

-Miyako.- Falou uma criatura azul e pequena. -O Daisuke passou uma semana agarrado aos video games, logo não estava atento aos dias que passavam.

-Está bem, eu vou, mas o que digo? O que faço?-Ken um bocado desesperado.

-Simples, sê tu próprio, o Ken-chan de sempre! –A Miyako falou, o que fez o Ken corar e é quando uns pratos
caem.

-AGUMON!! OUTRA VEZ?!- Gritou o menino  com um grande cabelo castanho.

-Desculpa….

-Não culpes o Agumon, está nervoso. –A sua irmão tenta a calmar o Taichi.

-Qual nervoso qual quê!! Comer os pratos é nervosismo?! –Com a mão aponta para a sua irmão ver o Agumo a
comer pratos.- AGUMON! Não comas os pratos!

-Eu acho que é melhor passar de pratos de loiça para pratos de plástico. –Aconcelhou o menino com cabelo vermelho e com um portátil amarelo

-Qual é a diferença? Ele vai comer-los na mesma!

-Desculpa Taichi, mas eu tenho muita fome!

--

Toc Toc Toc

-Ah? –Daisuke levantou a sua cabeça, o seu rosto estava molhado e ele pareceu que tinha ouvido um barulho.

Toc Toc Toc

-Novamente? –Limpou as lágrimas que escorria no rosto e se levantou.

Toc Toc Toc

-Já vai. –Abre a porta e vê alguém, à sua frente era um rapaz de cabelo azul e de olhos da mesma cor, tinha
um sorriso na casa e trazia uma caixa branca nas mãos.

-Olá, Motomiya.

-Ichijouji…-Assim que viu abraçou-o.- Alguém! Alguém! É alguém! Estava sozinho! Obrigado! –Estava tão feliz que alguém queria estar com ele.

-Posso entrar? Eu tenho aqui um bolo. Suponho que ainda não tenhas comigo nada.

-Por acaso, não, não comi nada. Está tudo fechado e não tenho nada para comer. Entra!-Daisuke dá passagem para o seu melhor amigo entrar, ele se descalça e entra.

-É um brigadeiro, só tem duas fatias.

-ÓTIMO! Eu adoro esse bolo! Vou buscar os pratos e os grafos! Senta-te e fica à vontade!

Ken colocou a caixa em cima da mesa e tirou a tampa, a seguir tira as fatias do bolo para cima da mesa, o Daisuke chega da cozinha com dois pratos e dois garfos, mas volta à cozinha, tinha ido buscar dois copos e uma garrafa de sumo.

-Obrigado Ken…-Daisuke começou a falar.

-Obrigado? Porquê?

-Por seres o meu melhor amigo e ter alguém quem eu possa confiar.-Sorriu-lhe.

-Podes sempre contar comigo, afinal…tu ajudaste-me muito. Eu quero compensar tudo o que fizeste comigo, eu é que tenho de te agradecer por ter amigos e não estar sozinho.

-Vamos comer?


-Sim. Quer dizer…-Empurra o seu prato para o Daisuke.-Podes comer o meu, não tenho fome.

-A SÉRIO?!- Os olhos do Daisuke até brilharam. –Não sabes a fome que eu tenho! OBRIGADO!

-De nada.

Passado um bocado depois do Daisuke já ter comido tu, encostasse à cadeira e suspirou.

-Eich…estava mesmo com fome.

-Se notava, tens a boca suja.

-Eh..obrigado por avisares.-Limpa com a mão.

Ken riu um bocado com a atitude porca do Daisuke, mas não fez caso, olhou para o lado e viu a bola, Daisuke viu o Ken a olhar intensivamente para a bola, sorriu e decidiu perguntar.

-Queres ir jogar?

-Ah? –Olhou para ele.

-Se queres jogar à bola.

Ken riu.-Como sabes?

-Fácil, se vê com os teus olhos, eu sei porque toda gente que gosta de futebol começa a olhar para a bola e não pára e tu não és uma excepção.

-Então vamos jogar?

-Sim! Mas não dentro de casa! Hoje já é menos uma jarra na sala!

-Óbvio que não iríamos jogar aqui.-Riu.

Ambos se levantam, Daisuke pega na bola e os dois se vão calçar e saem de casa.

Então já na rua, os meninos estavam a andar nas ruas de Odaiba e o Ken pergunta.

-Para onde é que vamos jogar?-Pediu o Ken.

-No pátio, anda.

Quando chegaram ao pátio que estava vazio.

-Ele está sempre vazio desde que fizeram um novo, mas eu e o Taichi-san mesmo assim vinhamos para aqui
jogar.

-É pena estar vazio.

-Por um lado não. Assim  não há brigas nem confussões e somos só nós. Entendes?

-Sim.

-Vamos jogar então, o que preferes? Baliza a baliza ou fintar?

-E se for as duas coisas?-Ken sugeriu.-Só complicar e apimentar.

-Está bem! Vais levar um tareão!

-Veremos.

E foi isso, eles começaram a jogar, estava de igual para igual, estava 5-5. O Ken tinha a bola, estava disposto a marcar o último golo, mas… PUF! O Daisuke apareceu na frente, a mesma rasteira que o Daisuke tinha feito no jogo que o Daisuke e Ken tiveram juntos e pelos vistos o Ken cai sempre, cai na rasteira e no truque. Ken bate mesmo com a cara no chão e Daisuke perguntou se ele estava bem.

-Estás bem? Desculpa ai.

-É a segunda vez que me apanhas desprevenido.

-Ehh. Desculpa.

-Desculpa? Achas mesmo?

Com isso o Daisuke ficar nervoso.

-Desculpa, a sério, eu não queria!

-Sabes, Daisuke.- Ele engole em seco, bastante nervoso e com medo das palavras do Ken.-Já algum tempo queria me vingar.

-VINGAR?

-Pois…na ultima vez fiquei todo esfolado, agora também fiquei.- Ken se levanta e olha para ele.

-Mas eu já pedi desculpa.

-As desculpas não se pedem invitam-se! –Pega na bola e dá um chuto que bate na cara do Daisuke e tomba para o chão.

-PORRA! ICHIJOUJI! Estou a sangrar do nariz!-Levanta a cabeça e coloca a sua mão no nariz.

-O que eu tenho a ver consigo?! Eu estou a sangrar de vários sítios! Braços, pernas, mãos e o queixo também!

-Eu pedi desculpas! Agora vamos a casa novamente para fazer os curativos. És mesmo anormal!

-Anormal não! Tu fizeste-me uma rasteira!

-Não com essa intenção.

-Tudo bem, fica empate.

Eles voltam para casa para poder fazer os curativos.

-Que estupidez! Nem parece teu Ichijouji!

-Está feito, está feito.

-Pff…

Nesse momento apita um D-terminal.

-Deve ser o meu. –Disse o Ken que tirou do bolso o D-Terminal e leu a mensagem, depois murmurou para si bem baixinho. –Já?

-Aconteceu alguma coisa?

-Ah...Porque não vamos comprar algum doce? Chocolate, gomas, o que tu preferires, podemos ir à loja dos pais da Miyako.

-Até ia, mas está fechado.

-Pode estar aberto agora, anda.

-Agh, está bem, mas vais chegar lá e vais ver que está fechado.

Partiram da casa para a loja dos pais da Miyako, quando chegaram lá, estava aberto, mas com luzes apagadas e porta encostada.

-Está aberto? Tens a certeza Ken?

-Talvez tenha acabado de abrir, não?

-Pois…

-Daisuke.

-Hm? –Olha para ele.

-O que tu gostavas mais de receber?

-AH? Não estou a entender.

-Como presente, o que gostavas mais de receber?

-Bem…gostava que todos os meus amigos tivessem comigo. Eu não gosto de estar sozinho, é triste e deprimente.

-Eu sei esse sentimento.

-Ué! Desculpa se te fiz lembrar alguma coisa do passado!

-Nada disso, continua.

-Ah…continuar? Bem…Apenas isso.

-Não gostavas de ter mais nada?

-Eu…quer dizer…Estás a falar em termos de valor de objecto?

-Estava.

-Hmmm…eu acho que é nada. Quer dizer, a ultima versão do jogo que ando a jogar, saiu ontem, mas não tenho dinheiro para o jogo.

-Vamos entrar?

-Ok.

Lá dentro.

-Agumon, não partas nada!

-Onii-chan, tem calma.

-Eles estão a chegar!

-Calem-se todos.

Entretanto eles estavam a entrar.

-Tchi, está tudo escuro. –É mesmo nesse preciso momento que as luzes são acesas, estavam lá toda gente, os amigos próximos, família e os amigos da turma.

SURPRESA!!!

Continua...



Como eu disse, era suposto ser One short, mas demasiados problemas.
Não tive tempo para rever, o final do capitulo não ficou grande coisa, calor, preguiça, cansaço, desgasto mental, discussões acaba com a inspiração da pessoa, depois vou dar uns acertos, mas depois vou para a cama. Que aqui já é 0:20.
Feliz Aniversário Daisuke!!
Obrigada por lerem!
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