[RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições

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Mensagem por Marcy em Dom Set 15, 2013 10:08 am

Tá, acho que vou participar... espero não atrasar nas minhas partes de escrita.

“Personagem”:

Sahra Giuliaq

[RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições - Página 2 SahraGiuliaq_zps672bb79a

Idade: 14

Local de Nascimento Oxford, Inglaterra

Data de Nascimento: 20 de agosto

Aparência:
. Corpo: pele clara, nariz arredondado e levemente empinado, lábios finos e poucos carnudos, olhos cinza azulados e cabelos um pouco volumosos, com pontas irregulares e tonalidade loiro-castanho. Estatura mediana, possui um peso ideal para a sua altura.

. Vestimentas: uma camisa branca justa mas confortável, calça nylon em tom cinza escuro, de cintura alta e justa, com barras largas que vão até um pouco abaixo dos joelhos, e com um par de bolsos “internos” e um par de bolsos “externos”, um de cada tipo em cada perna. Por cima da camisa, um agasalho com abertura de zíper, impermeável e largo, de cor roxa com detalhes em branco. Nos pés, botas não-femininas de couro marrom e de cano alto, indo até a metade das canelas. As meias não são visíveis, porém são 100% de algodão na cor branca.

. Acessórios: uma bandana vermelho-escuro amarrada na cabeça; uma mochila de tamanho considerável de uma única alça, transversal ao corpo; uma corrente com um pingente dourado, na forma de uma gota, do qual Sahra atribui um grande valor afetivo; luvas de couro preto, com aberturas nos dedos; um brinco de argola dourada na orelha esquerda, enquanto na orelha direita há um brinco curto de quartzo. Além disso, Sahra sempre tem um smartphone e um pequeno notebook à sua disposição, na maioria das vezes guardados em sua bolsa.

Personalidade: Sahra é extremamente introvertida, lacônica e quase sempre impassível. É às vezes rude e um pouco sarcástica, e não demonstra muita feminilidade em seu jeito de ser. No entanto, ela sempre respeita os outros e possui boas maneiras, de modo que não é uma garota insuportável na maioria das vezes. É corajosa, e está sempre segura de si – o que pode ser um problema às vezes.

História: Sahra nasceu em Oxford, e viveu até os cinco anos de idade na casa de sua avó, pois seus pais estavam sempre ausente – seu pai um geólogo inglês, e sua mãe bióloga brasileira – pois estavam quase sempre viajando a trabalho e em função das pesquisas e estudos de suas áreas. Durante o tempo em que esteve com a avó era uma criança alegre, divertida e muito brincalhona, que sempre atraía a atenção de todos e tinha muitos amigos para brincar.

No entanto, com cinco anos, seus pais vieram visitá-la, e após um longo tempo pensando e discutindo, decidiram levar sua filha junto com eles nas viagens para que pudessem ficar mais tempo juntos, e também porque a avó não iria ter muitas condições de criar a menina por muito tempo por questões de saúde, e eles não tinham boas relações com outros integrantes da família. Essa decisão foi um choque para Sahra, que teve que se despedir de seus amigos e de sua avó, a quem tanto amava, para viajar pelo mundo com seus pais, com quem tinha pouca intimidade. Como um símbolo de carinho e uma forma de Sahra nunca esquecer de quem a cuidou até então, a avó lhe deu um colar com um pingente dourado, que Sahra sempre usa em seu pescoço.

Sahra já visitou vários países e aprendeu muitas coisas junto com seus pais. No entanto, a cada dia o comportamento da menina alegre que vivia sempre acompanhada de amigos foi mudando, e Sahra foi se tornando uma criança mais fechada, calada. Seus pais aceitaram essa dura realidade como consequência das constantes viagens que faziam, não dando tempo à Sahra de se adaptar e ter mais contatos.

Sahra estava sempre estudando, pois os livros eram seus únicos amigos nessas viagens. Assim desenvolveu um conhecimento avançado para a maioria das meninas de sua idade, se especializando em ciências da natureza e ganhando conhecimento de línguas estrangeiras, aproveitando o fato de que ia para vários países. Também adquiriu conhecimento em informática tempos depois.

Em cada lugar que ia, Sahra aproveitava para conhecer o local. Sempre saía para caminhar pela cidade em que se hospedava, e ficava o dia inteiro estudando o lugar. Por isso ela nunca ficava parada, e isso lhe desenvolveu um bom condicionamento físico. E, para estar sempre prevenida, levava consigo uma bolsa com utilidades básicas, como um caderno de anotações, alimentos e bebidas e um pequeno kit de primeiros socorros, em caso de emergência; além de um notebook. Numa estadia na França, que durou um ano e meio, Sahra se interessou numa escola de esgrima e aprendeu um pouco dessa arte.

Prestes a completar 14 anos, Sahra viajou junto com os pais para a cidade do Recomeço, numa ilha brasileira, onde estava nos últimos dias antes de ter um pesadelo sinistro.


Vantagem: Valete

Capacidades:
. Poliglota, embora não seja 100% fluente na maioria dos idiomas, exceto inglês e português;
. possui um bom condicionamento físico, sendo capaz de fazer exercícios e atividades como correr e praticar esportes sem se cansar muito rapidamente;
. sabe esgrimar, embora não seja uma expert;
. possui um bom conhecimento em informática;
. possui um bom conhecimento em ciências da natureza, como Geografia, Biologia, Física e Química.

Defeitos: Sahra é um pouco egoísta, e muitas vezes apresenta uma autoconfiança excessiva.

Outros detalhes: Sahra está quase sempre evitando contato com outras pessoas e aparenta ser uma pessoa fria e calculista; no entanto, ela consegue amar quando é amada, e pode se abrir um pouco àquelas pessoas com quem adquire uma certa confiança, conseguindo expressar suas mágoas, seus medos e incertezas, além de felicidade.

Cor do Digivice: Ouro.

”Digimon”:

Inari
[RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições - Página 2 Inari_zps8e866aca

Espécie: Renamon

Jogador: Marcy

Pontos de Vida:

Aparência: Inari é uma Renamon comum, se destacando por possuir o pelo um pouco mais denso em muitos pontos do corpo, e ao invés do par de luvas roxas que vai até o braço que os digimons desta espécie geralmente apresentam, Inari não o tem e, em seu lugar, está um par de um tipo de braceletes roxos, compostos por faixas atravessadas de tecido grosso e com fivelas prateadas, similares a cintos. Outro detalhe que a destaca de outros Renamons é uma fina cicatriz no alto do braço direito.

Personalidade: Inari é calma e um pouco lacônica, mas evita estar sozinha, procurando quase sempre estar em grupo. Possui uma mente aberta, conseguindo tolerar todo e qualquer tipo de opinião. Jamais é submissa a alguma coisa. É fiel, corajosa e não desiste até ter seu desejo realizado. Outra característica sua é a curiosidade, Inari sempre gosta de descobrir novas coisas – mas nunca deixa essa curiosidade a dominar o tempo todo.

Força: D

Agilidade: D

Resistência: D

Armadura: E

Poder de Fogo: D

Evolução: Kyuubimon – Leppamon - Seasamon

Habilidade: Shinobi

Golpes:

Eu fiz uns esboços da Sahra e da Inari, espero terminar logo os desenhos - daí editarei essas fichas com as imagens.

EDIT: postei apenas os esboços que fiz no papel. Estão um LIXO, a ideia era digitalizá-los e fazer algo decente com a minha mesa gráfica, mas estou meio sem tempo ultimamente e não pude fazer isso. Então fica aqui apenas para ter-se uma ideia da aparência das personagens xp

”Encontro com D'Arcmon”:


Sahra sentiu um toque em seu ombro. A mão da mulher estava trêmula, mas transmitia um toque de confiança.

“...há alguém esperando por ti, embora ela não saiba disso. Não a deixe esperando.”

“Quem?” perguntou com aspereza a menina, afastando as mãos de quem a apoiava. “E por qual razão alguém estaria esperando por mim? Ninguém quer saber de mim!”

O choque era nítido no rosto daquele ser. Mas logo um sorriso substituiu essa reação inicial.

“Isso não é verdade. Muitos a querem bem, só você que não percebe. E além disso, você e ela possuem algo em comum, e precisam estar juntas.”

Sahra se afastou quando a mulher quis tocá-la novamente. No entanto, ficou confusa. De repente, se lembrou de algo. Uma lembrança muito, muito antiga, que ainda estava desfocada... uma lembrança enterrada junto com tantas outras pertencentes ao seu passado, mas que de repente foi emergindo.

Agora ela olhava para aquele monitor, aquele computador, que há um momento atrás parecia igual a tantos outros. O misterioso brilho que irradiava dele a parecia estar seduzindo... não podia negar, algo a chamava do outro lado, esse ela a quem a mulher se referia. De repente, sentiu uma necessidade de conhecê-la. Ou seria... revê-la?

“Você é uma das escolhidas. Não se preocupe, não é a única... então..” sua voz foi ficando mais fraca. “...não tenha medo... ok?” a mulher fechou os olhos, cansada. E quando abriu-os novamente, viu Sahra com uma decisão tomada.

“Está bem. Eu vou. Acho que confio em você.” Na verdade, Sahra não confiava, mas sentia que aquilo era necessário, por mais bizarro que parecesse.

“Eu vou” repetiu, fechando os olhos e seguindo na direção da luz.

---x---

Sahra sentia a areia úmida em seus pés. Estava descalça. Andando naquela noite escura, percebeu então que estava numa praia. O vento gelado uivava e cortava a sua pele. Sentiu frio. Percebeu então que estava apenas com o seu pijama mais fino, então se encolheu toda.

“Onde... raios... estou?” perguntava a si mesma, batendo os queixos.

À sua direita, estava uma cidade bem pacata, mas em ruínas. À sua frente e atrás, uma extensa faixa de areia sem fim. À sua direita, um mar, de um negrume muito estranho.

“Já vi isso...” pensou a menina, “...é um vazamento de petróleo!”

Ela se aproximou um pouco mais da margem, e percebeu que não era óleo. A água era escura mesmo.

Quando começava a se questionar sobre a qualidade daquela água, ouviu um rugido ensurdecedor. De repente, a noite ficou ainda mais escura, o vento começou a soprar mais forte, e o mar se agitou. Sahra já não conseguia ver mais nada, mas percebeu, ao longe, no mar, um gigantesco vulto emergindo. Ouviu outro grito.

Tapou os ouvidos, e se encolheu ainda mais devido ao frio. O vulto se aproximava, e ela viu dois grandes olhos vermelhos naquela massa escura. O resto parecia ser assombroso demais para ser descrito, mas o que aconteceu é que Sahra ficou com medo. Mas um medo absurdo, daqueles que paralisam o corpo e deixam-no sem reação.

“Oh... my... God!” murmurava baixinho. Não conseguia mais falar. Não conseguia mais pensar. Aquele estranho vulto irradiava uma energia negativa muito forte, que Sahra não conseguia conter.

E então, uma mancha brilhante apareceu vindo de lugar nenhum bem na sua frente. Sahra fechou os olhos devido à claridade, mas conseguiu perceber que se tratava de uma pequenina raposa, que encarava aquele vulto no mar.

”O que é isso?” perguntou, muito confusa.

E seja lá o que fosse aquilo, Sahra de repente sentiu uma energia nova vindo dentro do peito. Estranhamente, essa sensação permitiu que ela voltasse a se mexer. A paralisia do medo havia ido embora.

A estranha criatura brilhante com forma de raposa virou-se para ela. Seu corpo era revestido por uma chama branca azulada, e Sahra se impressionou pelo fato de que, mesmo não conseguindo ver muitos detalhes, a achava muito bonita.

E então, outro grito ensurdecedor. O que aconteceu a seguir Sahra não podia entender, mas tudo o que sabia era que num dado momento estava correndo na direção contrária do mar – do vulto negro, da raposa brilhante. E então, uma escuridão a tomou conta, seguida de uma luz ofuscante.

Sahra não viu mais nada. Instantes após, ela estava arfando, com as mãos trêmulas, o corpo suado debaixo de seu pijama. Estava sentada em sua cama.

”Que pesadelo mais estranho!” comentou a si mesma. Enfim, levou a mão à cabeceira da cama para pegar o celular e conferir o horário. Duas da manhã. “É melhor voltar a dormir.” concluiu.

Demorou um pouco para se recuperar do susto, mas minutos depois a garota estava dormindo novamente.

---x---

”Essa cidade é tão miserável”, pensava Sahra, “que quer ver seus habitantes mortos de hipertermia!”.

Sahra se referia ao calor absurdo daquele local. A ilha se localizava na costa nordestina do Brasil, e  tinha como característica principal o clima quente e úmido. A garota já estava com a pele toda vermelha de tanto coçar as picadas de insetos.

A cidade do Recomeço era uma cidade pacata que tinha como principal fonte econômica o turismo. Ela e seus pais haviam se mudado há um pouco mais de um mês para aquela calma ilha que tinha muito a ser estudada – na visão de seus pais. Para Sahra, aquela ilha era só um pedaço de terra inútil perdida no meio do oceano com algumas árvores e uma cidade sem graça. E muito quente.

Mas naquele dia Sahra não reclamou muito do calor, como sempre fez. Ela andava pela cidade, mais por hábito do que por gosto. Carregava sua inseparável bolsa com elementos essenciais para um bom passeio de horas. Naquela tarde que parecia ser do mesmo jeito que tantas outras, Sahra percebeu uma atitude estranha nos moradores daquela cidade: as pessoas não pareciam bem. Estavam todas com olhares cansados, e alguns, com medo. Não conseguia entender o motivo.

À noite, Sahra já estava no seu quarto de hotel, lendo um livro sobre expedições no Alasca – o assunto que estava estudando naqueles últimos dias. E quando começava a ler um novo parágrafo, a luz do quarto apagou sozinha.

”Eita...!” exclamou. Ela olhou para a janela e percebeu que a cidade inteira estava na mais completa escuridão.

Tateou pela cama até encontrar a sua bolsa. Enfiou o livro nela e desceu até a recepção do hotel, onde ouviu a notícia de que ainda estavam tentando descobrir a razão do apagão. Quando voltou ao quarto, o seu celular tocou.

”Número não identificado...” observou Sahra ao olhar na tela do aparelho. Atendeu.

“Você tem pouco tempo...” disse uma voz robótica ”...vá até o cyber café da cidade e me procure... nós precisamos de você”. E  a chamada simplesmente se encerrou ali.

”Mas o quê...?!”, exclamou a garota, incrédula. “É trote, só pode ser.”

Se jogou na cama e ficou ali. Mas a estranha voz não deixava sua mente em paz.

E então, ouviu uma confusão de vozes no meio da rua, lá fora. Não iria verificar o que era, mas achou que era melhor sair do que ficar em seu quarto quente, já que o ar-condicionado havia parado de funcionar devido à falta de eletricidade. Pegou seu agasalho e sua bolsa, e saiu.  Viu pessoas desesperadas gritando e se jogando para todos os lados. Pensou em seus pais, e se perguntou onde estariam eles.

“O cyber café” lembrou Sahra, “eles disseram que iam para lá antes do apagão. Vai ver, a chamada do meu celular seja uma brincadeira sem graça deles para me chamar para ir até o local.”

Era o único cyber café da cidade, e se localizava num local de fácil acesso. Foi complicado chegar até lá devido ao caos provocado pelo apagão, mas Sahra chegou lá. E, curiosamente, e rua onde ficava o cyber café estava vazia.

E mais vazio ainda era o cyber café por dentro. Não havia ninguém, nem os pais de Sahra.

“Mas que estranh...” começava a dizer Sahra, quando algo fechou a porte de entrada atrás de si. Assim que virou-se, teve uma surpresa: era uma mulher. Mesmo na escuridão,  conseguiu ver que era loira com uma mascara vitoriana dourada, um turbante vermelho e coberta por manoplas, botas e um peitoral dourado.

”Quem és tu?” exclamou Sahra recuando para trás, um pouco assustada.

A mulher levantou a mão num gesto de calma.

”Muito obrigada por vir ao meu chamado” disse, e logo em seguida deu uma tossida seca. ”Não temos muito tempo, então vou logo apresentando-me. Chamo-me D'Arcmon, e vim aqui buscar a Digiescolhida Sahra Giuliaq.”

Sahra franziu o cenho.

”Não entendi nada e não sei como você sabe o meu nome, mas vamos deixar esse papo-furado para lá. Onde estão os meus pais?”, gritou, furiosa.

”Estão bem”, respondeu D'Arcmon. ”Mas é você a pessoa mais importante agora. Por favor, siga-me.”

”Não”, respondeu Sahra, secamente.

Mas a mulher não pareceu dar-lhe ouvidos. Quando passou pela garota, Sahra notou o que seriam restos de asas em suas costas, mas que agora se resumiam a dois tocos ensanguentados. Ficou perplexa ao perceber isso. D'Arcmon simplesmente adentrou mais no cyber café e parou ao lado de um computador – o único ligado. Ela apontou para o monitor.

”O portal está aberto. Mas vamos logo, não temos muito tempo...”. E tossiu.

Desconfiada, Sahra se aproximou. A luz que irradiava do monitor não era normal, e isso lhe chamava um pouco de atenção.

”O que você quer de mim?”, perguntou Sahra por fim, ainda desconfiada.

”Eu não quero nada. Apenas estou cumprindo o meu dever de guiar uma DigiEscolhida deste mundo até o outro.”

Sahra começou a pensar um pouco.

”Espera. Você é um anjo... que vai me levar para o além, é isso?”, perguntou Sahra, incrédula.

A mulher fez um som que parecia ser uma leve risada, mas que não durou muito.

”Não... não é isso. Há um mundo pedindo a sua ajuda no outro lado deste portal. Você foi escolhida para resolver um grande problema que esse mundo está enfrentando, e além disso...”

Sahra sentiu um toque em seu ombro. A mão da mulher estava trêmula, mas transmitia um toque de confiança.

“...há alguém esperando por ti, embora ela não saiba disso. Não a deixe esperando.”


Última edição por Marcy em Dom Out 13, 2013 10:40 am, editado 3 vez(es) (Razão : Corrigi alguns erros de escrita x_x)
Marcy
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Mensagem por Dynas em Dom Set 15, 2013 7:11 pm

Depois de uma crise de falta de criatividade (que ainda continua), aqui vai a ficha:

Personagem:

Nome: Thomas Rutherford
Jogador: Kaiser
Idade:18 anos
Local de Nascimento:  Dublin – Irlanda
Data de Nascimento: 23 de Julho de 1995
Aparência: Thomas é um garoto alto de 1,80m, pesa 70kg e tem um corpo de músculos pouco definidos. Possui pele relativamente clara, levemente morena devido ao sol. Seus cabelos castanhos levemente compridos passam levemente seu pescoço. Normalmente mal arrumados, com algumas partes para o lado e sua franja bagunçada para as laterais e a frente do rosto, como o cabelo de que acabou de acordar. Seus olhos verdes parecem nunca estar sem foco, sempre mirados em algo ou alguém. Essa imagem se completa com sua expressão quase sempre séria. Usa uma calça jeans azul marinho, sapatos na cor preta com alguns detalhes brancos. Para cima, veste uma camiseta vermelha, coberta por um casaco que lembra muito um blazer, na cor preta. Por fim, usa um cachecol vermelho feito por sua avó.
Personalidade: É um pouco fechado e normalmente não está sorrindo. Mas isso não quer dizer que não possa ser arrancado um sorriso de vez em quando. Thomas é gentil e prefere perder um pouco mais de tempo ensinando a pescar do que dando o peixe, pois acredita que todas as pessoas tem potencial para concretizarem algo de forma igual ou melhor do que ele. É um rapaz como qualquer outro em termos de conhecimento, apenas tem um gosto mais específico por problemas e enigmas. Não é lá grande coisa como atleta, mas consegue se virar como pode quando precisa utilizar de força física ou de sua pouca resistência.
História: Nascido e criado na capital da Irlanda, Thomas está habituado aos luxos de uma cidade grande. Entretanto, guarda com carinho os momentos que passou na casa de sua avó, que morava em um lugar mais afastado da cidade, pois admirava muito as histórias e enigmas que a idosa lhe contava. Foram destes momentos que surgiram o gosto pela leitura e de desvendar charadas, o que lhe é muito útil na hora de descobrir como um objeto funciona ou de concertá-lo.
Vantagem: Prontidão
Capacidades: Habilidade com computadores, facilidade em ensinar, resolução de problemas e enigmas.
Defeitos: Pode parecer sério demais passando por arrogante ou impaciente. Incapaz de correr longas distâncias por muito tempo.
Cor do Digivice: Azul Marinho

Digimon:

[RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições - Página 2 Keramon
Nome: Rubidium
Espécie: Keramon
Jogador: Kaiser
Pontos de Vida:

Aparência: Keramon é um Digimon de aparência bizarra, não possuindo um corpo, apenas uma cabeça de onde saem seus braços, antenas e os tentáculos que formam algo próximo de um tronco. Possui tatuagens de olhos na região abaixo da boca e nos dois braços. Seu colarinho amarelo e o largo sorriso sempre exposto lhe passam a ideia de um palhaço.
Personalidade: Por mais que não tenha a habilidade de falar, Keramon é um Digimon muito inteligente devido a quantidade de dados que é capaz de ingerir e aproveitar. Comunica-se através dos sons que é capaz de emitir e de suas expressões faciais, ou pelo uso de e-mails e sms. Sua personalidade parece um tanto quanto perturbada, pois não expressa pena ou tristeza, está sempre com um largo sorriso no rosto e rindo aparentemente sem motivo. Seu sorriso desaparece apenas quando sente o perigo, mas parece ser apenas mais um método de se comunicar.
Força E
Agilidade: C
Resistencia: E
Armadura: E
Poder de Fogo: C

Evolução: Chrisalymon/Kabuterimon/Kuwagamon
Habilidade: Hacker

Golpes:

Encontro com D'arcmon:

“Mais uma noite acordado” pensava Thomas enquanto lia mais um livro de história. Havia combinado de ajudar seu primo que estava tendo dificuldades em memorizar o conteúdo.  A noite era fria, pedia para que o seu corpo logo repousasse sob as quentes e aconchegantes cobertas. Algo que parecia cada vez mais inevitável, já que a sua xicara de café não mais se encontrava cheio e seu efeito não fora como esperado. Não demorou muito para que o sono vencesse, e o rapaz sentado mesmo acabou fechando os olhos.

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Um céu cinza, prédios sujos, pessoas de expressões fechadas, um ar tão frio quanto à atitude de cada um que transitava pelas ruas. Um lugar que aparentava não ter vida tal era a monotonia.  Thomas misturava-se na multidão, caminhando sem direção, porém com mais vivacidade que aqueles ao seu redor.

- Que lugar é esse?

De repente, chuva.  Foi ficando mais forte, produzindo cada vez mais barulho. Ao mesmo tempo as pessoas na rua ficavam mais agitadas, como se reagissem à água. Não demorou muito para que alguém soltasse a primeira palavra.

- Hipócrita. – disse uma mulher.
- Arrogante.
- Acha que sabe mais que os outros...
- E ainda quer se exibir humilhando! – bravejou um velho.

Thomas estava ignorando aquilo, até notar que as vozes ficaram mais altas e agressivas, e que se direcionavam a ele. Temendo por sua segurança, o jovem aumentou o passo. Caminhando aceleradamente, custou a notar que a água começava a se acumular no chão, formando poças negras. Continuando sua fuga, surpreendeu-se ao notar que a rua acabava de forma abrupta, em uma praia.
O que era aquela praia? Tinha certeza de nunca ter visto nenhuma parecida. A areia cinza e opaca, o mar era negro, de um ébano que não permitia o reflexo ao se olhar. Mas a maior surpresa era um grande vulto negro que lhe estendia o braço. O rapaz estava atônito com a situação e ao virar para trás na tentativa de procurar outra rota de fuga, se encontrou em outra situação ainda mais complicada. De alguma forma, as pessoas haviam chegado aquela praia aos montes, se agrupado formando uma barreira ao redor dele.

- Pague seus pecados!
- Liberte-se da arrogância!
- Não engane a si mesmo!
- Você não pode salvar ninguém!

- Errado! – grita Thomas. – Eu não tenho intenção nenhuma de me vangloriar! Eu só quero que as pessoas cheguem ao seu máximo potencial! Que possam dar o melhor de si! Se isso é um pecado ou não, eu vou morrer assim!

Com a reação de Thomas, as pessoas iam se afastando e o vulto que lhe estendia o braço parecia diminuir de tamanho.

- Se eu puder fazer com que alguém saiba algo novo, nem que seja a coisa mais insignificante desse mundo, se isso acrescentou algo na vida de alguém, então não terá sido em vão!  E eu vou me orgulhar disso até o meu ultimo suspiro!!

A luz começou a voltar aquele lugar cinzento, tornando-se cada vez mais forte. As pessoas começaram a ficar agitadas e pareciam se desfigurar. O enorme vulto já não estava mais lá. A luz continuava a se intensificar, até que pouco pudesse ser visto.  A ultima coisa que Thomas pode ver foram as pessoas retorcendo-se, assumindo a forma de algo que ele não era capaz de identificar.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


O jovem se acorda suado, meio perdido em seu quarto.

- Que sonho bizarro foi esse? – o rapaz limpa o suor de sua testa.

Ele se levanta e vai até a janela, abre-a para que a brisa entre em seu quarto. Pelo silêncio da rua percebe que ainda deve ser inicio da madrugada. Seu devaneio em relação é subitamente interrompido por uma voz feminina.

- Belo luar, não concorda?

- Certamente... Que?! – o garoto coloca a cabeça para fora para ver de onde veio a voz.

Iluminada pela luz da lua, estava sentada em seu telhado, uma mulher adulta trajando uma armadura dourada com alguns cintos como ornamentos por cima. Seu rosto estava parcialmente coberto por uma máscara também dourada. Carregava um grande cetro em sua mão esquerda. Mas certamente, o que mais chamava atenção eram seus dois pares de asas. Seu corpo parecia machucado, tendo alguns machucados e arranhões bem aparentes, mesmo com a pouca luminosidade.

- Vejo que diferentemente de todos aqui, você não foi afetado pelo chamado. – A mulher tinha uma voz tranquila, serena como a noite.  – Estaria disposto a resolver um problema como nenhum outro?

- Acho que uma maluca com fantasia no meu telhado já é um grande problema. Mas pra você ter mencionado o sonho, imagino que você tenha umas boas respostas. E então, em que posso ajudar?

The Adventure Begins...

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Mensagem por Wolfmon em Dom Set 15, 2013 9:23 pm

Gente, inscrições fechadas
Pedro gabriel, sua ficha continua fora dos padrões e vc teve muito tempo pra arumar se vc não fizer isso até o inicio do rpg vc não vai jogar
PSS:Ficha com os golpes,desculpem a demora,fiquei doente a semana toda

Phas:

Código:
[color=#800080]ROXO[/color]
HP:250
-Garra Eucalipto: Ataca com as afiadas garras, causando 30 de dano por corte(CD)
-Ronco Perverso: Um ronco capaz de estourar tímpanos e carregado de perversidade, causa 20 danos de dano por som e pode deixar o alvo paralisado por um curto período(LD)
-Bocejo Tentador: Um bocejo de preguiça, que tenta o alvo a abandonar a briga e dormir, esse golpe tem chance de fazer o alvo cochilar( curta distancia)

Splicer:

Código:
[color=#FFFF00]AMARELO[/color]
HP:200
-Chama bebê: Uma bola de fogo saí da boca do Digimon, causando 30 de dano por calor (LD)
Joven RAM: Rotaciona a cauda como uma broca e ataca o opnente. Causa 20 de dano por perfuração que ignora a armadura (CD)
Quinta Investida: Ataca o oponente com as garras, causando 30 de dano por corte (CD)

Inari:

Código:
[color=#ffd700]OURO[/color]
HP:250
-Koyousetsu: Atira sobre um alvo ínumeras folhas de energia, causando 30 pontos de dano por corte(LD)
Kohenkyo: Renamon desaparece por um instante, quando ela reaparece está acompanhada de duas renamons idênticas. Com o custo 20 Pontos de Vida, o golpe cria 2 clones de Renamon. Cada clone tem a mesma agilidade que renamon, 10PV e todos os outros atributos em valor E. Os clones obedeceram renamon mas irão desaparecer se ficarem a mais de 5 metros de distancia da renamon ou depois de 3 minutos.(especial)
-Touhakken O corpo de renamon queima numa chama azul brilhante, e em seguida ela atraca um alvo. Causa 20 pontos de dano por impacto o no alvo e 10 de dano por calor nos alvos adjacentes que ignora a armadura.(CD)

Rubidium :

Código:
[color=#00008B]AZUL-ESCURO[/color]
HP:200
Fumaça Maluca: Libera uma fumaça venenosa pela boca, podendo infectar o alvo com um veneno que drena 10 pontos de vida por um curto periodo (LD)
Enganar: Emite um som discordante que atrapalha a mente do alvo, confundindo o alvo por um curto período de tempo (CD)
-Rizada Maluca Expele um  projetil de luz de alto pdoer destrutivo. Causa 50 de dano  por contusão num alvo,mas é mais dificil de acertar (LD)
Wolfmon
Wolfmon
Baby 2 (Younenki II)
Baby 2 (Younenki II)

Comportamento : 100%
Masculino Mensagens : 55
Data de inscrição : 17/10/2012
Idade : 27

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Mensagem por Dragon em Sab Out 12, 2013 1:00 pm

post randomico para evitar double post
Dragon
Dragon
Ultimate (Kyuukyokutai)
Ultimate (Kyuukyokutai)

Comportamento : 100%
Masculino Mensagens : 1815
Data de inscrição : 22/09/2011
Idade : 25
Localização : Gentlemen Land
Mensagem Pessoal : Why so british? Let's put a monocle on that face!

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Mensagem por Wolfmon em Sab Out 12, 2013 1:03 pm

Gente,devido a desistências e outros motivos as inscrições do rpg continua abertas enquanto durar o chap 1
Wolfmon
Wolfmon
Baby 2 (Younenki II)
Baby 2 (Younenki II)

Comportamento : 100%
Masculino Mensagens : 55
Data de inscrição : 17/10/2012
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[RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições - Página 2 Empty Re: [RPG] O Chamado de Dagomon: Regras e Inscrições

Mensagem por Lucas FM em Seg Nov 11, 2013 7:16 pm

Domador:

Yuzo Bakuhatsu
Idade: 15 anos
Local de Nascimento: Japão/Tóquio
Data de Nascimento: 01/03/1998
Aparência: Cabelos pretos bagunçados, camisa preta com um número "2" na frente, calça jeans e um tênis branco.
Personalidade: Tem mania de sempre querer ser o herói, apesar de não ter tanta habilidade assim com seu Digimon. Não possui problemas com sua família. Quer o bem comum, apesar de não ter muitos amigos.
História: Yuzo presenciou uma batalha Digimon quando criança, porém não se lembra de quase nada, por isso não sabe detalhes como o local ou quais Digimons foram envolvidos. Desde os 12 anos, adorava a franquia Digimon, jogava jogos, assistiu todos os episódios, e sempre achou uma franquia interessante.
Vantagem: Técnico (Desenho)
Capacidades: Conhece bem todas as espécies de Digimon, fala inglês fluente e é bom em sentir a presença de outros seres vivos próximos (curiosamente funciona com Digimons).
Defeitos: Perde o fôlego com facilidade, não tem reflexos bons, tem dificuldade para fazer amigos.
Cor do DigiVice: Verde Escuro
Outros detalhes:

Digimon:

Slord
Espécie: Kotemon
Jogador: Lucas FM (Yuzo)
Pontos de Vida: 200
Aparência: Um Kotemon comum, nada de mais.
Personalidade: É tímido e fala pouco. Mas quando alguém corre perigo, ele rapidamente o salva.
Força: D
Agilidade: C
Resistência: E
Armadura: D
Poder de Fogo: E
Evolução: Dinohumon, Musyamon, Gladimon
Habilidade:
Golpes:

Precedentes à história:
Chegando da escola, cansado, Yuzo deita na cama em seu quarto e rapidamente dorme. Dorme por longas horas, sonhando depois de um tempo. Em seu sonho, ele parece estar em uma praia escura, cheia de neblina, onde um monstro pode ser visto ao horizonte. Ele era gigante, amedrontador, e irreconhecível por causa da névoa. Yuzo acorda, assustado. Ao notar que era um simples sonho, ele levanta de sua cama e vai fazer outra coisa. Liga o seu computador e vai assistir algum anime. Parecia tudo tranquilo, até que as luzes se apagam. Que situação terrível, o jovem estava sozinho no meio da noite, morrendo de medo (sim, ele tem um pouco de medo do escuro). O garoto pensa em pegar uma lanterna. Ao voltar ao quarto, se depara com uma silhueta de uma mulher. Por causa do escuro, ela estava irreconhecível, e Yuzo dá um grito. Ele apanha a lanterna e aponta para a cara da dama, visando reconecê-la melhor. Yuzo não acredita em seus olhos: Uma D'Arcmon! Em carne e osso! Mas havia algo estranho nela: Ela estava ferida, cheia de sangue pelo corpo. A Digimon explica a situação ao rapaz, que entende rapidamente por conta de sua sabedoria em relação a Digimons. Seu computador acende o monitor, e D'Arcmon puxa a mão de Yuzo para dentro dele. Parecia um portal!


Última edição por Lucas FM em Qui Nov 14, 2013 5:07 pm, editado 4 vez(es)
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Mensagem por Wolfmon em Seg Nov 11, 2013 11:03 pm

Muito prazer Lucas, obrigado por participar do rpg
Tem algumas coisas na sua ficha que tão faltando,vc podia completar?
(sobrenome não faz falta,mas seria bom de por haha)
Vc podia descrever soh mais um pouco do encontro com D'arcmon?Lembra q eh um encontro cara a cara com ela,e ela ta toda ferida
Você pode escolher mais duas capacidades: Poe uma delas falar ingles pra falar com o pessoal e a outra sua escolha
Vc esqceu de gastar seu ponto bonus de atributo e de escolher mais 2 evoluções
Tirando isso ta tudo ok
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Mensagem por Lucas FM em Qua Nov 13, 2013 7:30 pm

Pronto, dei uma editada. Espero que tenha ficado melhor. Qualquer coisa é só avisar que eu edito novamente. ^^
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Mensagem por Wolfmon em Dom Nov 17, 2013 6:57 pm

Lucas,mudando oq a gente converso em PM na sua ficha vc ta pronto pra jogar, seu digimon começa já no proximo post
Golpes: Homem de Fogo: Incedeia sua espada de bamboo e ataca um alvo com ela. Causa 30 pontos de calor(curta distancia)
mascara de Fogo: Da uma cabeçada em um inimigo, com a cabeça em chamas. Causa 30 de dano por impacto e 10 de dano por calor,mas pode causar confusão no usuário. (curta distancia)
Punho eletrico:Eletrifica os punhos e ataca um alvo. Causa 30 de dano por eletrecidade(curta distancia)
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